
O vice-prefeito de Aracaju e pré-candidato ao Governo do Sergipe pelo PL, Ricardo Marques, defendeu que o debate sobre o fim da escala 6×1 seja tratado com responsabilidade e equilíbrio. Em posicionamento divulgado nas redes sociais, Ricardo afirmou ser favorável a mudanças que garantam mais dignidade, descanso e qualidade de vida ao trabalhador, mas ressaltou que a transição precisa ocorrer sem redução salarial, sem perda de empregos e sem penalizar pequenos empreendedores e comerciantes.
Ricardo relembrou sua trajetória como trabalhador com carteira assinada desde 1995 e afirmou que o debate não pode ser conduzido apenas por discursos ideológicos, mas levando em consideração a realidade de quem trabalha e também de quem gera empregos.
“Tenho carteira assinada desde 1995, trabalhei muito e sei o que é sair cedo de casa, chegar tarde e depender do salário no fim do mês. Por isso, sou favorável a uma mudança que dê mais dignidade ao trabalhador brasileiro”, afirmou.
Ricardo destacou que qualquer mudança na jornada precisa vir acompanhada de planejamento, segurança jurídica e incentivos para manter e ampliar empregos, principalmente nos pequenos negócios.
“Defender o fim da escala 6×1 não é ser contra quem emprega. O trabalhador precisa descansar mais e ter qualidade de vida, mas quem gera emprego também precisa de condições para manter a empresa funcionando e continuar contratando”, ressaltou.
Ricardo Marques também defendeu contrapartidas do poder público, como redução da burocracia, incentivos para novas contratações e apoio ao pequeno empreendedor.
“Não dá para jogar toda a conta nas costas do trabalhador nem de quem emprega. O caminho é construir um modelo mais justo, com dignidade para quem trabalha e segurança para quem gera oportunidades”, completou.
Para Ricardo Marques, o debate precisa sair da disputa ideológica e avançar para soluções concretas, capazes de modernizar as relações de trabalho sem prejudicar a economia.
“Essa discussão precisa ser feita com coragem, equilíbrio e verdade. O Brasil precisa garantir mais dignidade para quem trabalha, mas sem populismo e sem destruir empregos”, concluiu.
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