Mais de 400 candidatos disputam as eleições em Sergipe este ano

Apesar de serem maioria do eleitorado, mulheres seguem em minoria, com participação tímida nas disputas majoritárias

Eleitores sergipanos escolherão governador, vice-governador, dois senadores, oito deputados federais e 24 deputados estaduais no primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

Sergipe terá mais de 400 candidaturas na disputa pelos cargos eletivos no pleito deste ano. Estão em jogo as oito vagas que o estado tem direito na Câmara Federal, as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), duas vagas para o Senado e o comando do Governo do Estado.

Para a Câmara Federal, são 139 registros de candidatura. Na disputa pelas 24 vagas da Alese, estão registrados 220 candidatos. Já para as duas vagas de senador, são 11 nomes, enquanto seis candidaturas foram registradas para o Governo de Sergipe. A disputa também reúne seis candidatos a vice-governador, além dos primeiros e segundos suplentes das chapas ao Senado.

Na corrida pelo Governo, estão as chapas formadas por Fábio Mitidieri (PSD) e Jeferson Andrade; Valmir de Francisquinho (Republicanos) e Priscila Felizola; Ricardo Marques (PL) e Erico Menezes; Dr. Helton (PSOL) e Izaltina Quilombola; Emanuel Cacho (PSDB) e Suely Barreto; e Taty Cristina de Jesus (DC) e Simeão Barbosa.

Senado

As duas vagas do Senado também colocam uma variedade de nomes em confronto, cada um deles com dois suplentes. São eles: André Moura (União) – Ricardo Vasconcelos e Selma França; Coronel Rocha (PL) – José Olívio e Sargento Krisvania; Delegado Alessandro (MDB) – Adriana Carvalho e Joãozinho de Solinha; Delegado André David (Republicanos) – Rebeka Maia e Tenente-coronel Iris; Eduardo Amorim (Republicanos) – Adailton Sousa e Danilo de Joaldo; Edvaldo Nogueira (PDT) – Joaquim Ferreira e Cris Teixeira; Iran Barbosa (PSOL) – Magal da Pastoral e Núbia Costa; Paulinho da União Tur (DC) – Geivisson e Marcio Vieira do Moema Meire; Renatinha (DC) – Neide Alves e Selma Bispo; Rodrigo Valadares (PL) – Glória Sena e Marina Castro; Rogério Carvalho (PT) – Bruno Costa e Fabiano Oliveira.

Mulheres são 39% das candidaturas

Do total de candidaturas registradas, 61% são de homens e 39% de mulheres. Apesar da participação feminina representar mais de um terço dos registros, a presença das mulheres nas disputas majoritárias ainda é menor. Para o Governo de Sergipe, há apenas uma mulher candidata: Taty Cristina de Jesus. No Senado, também há somente uma mulher entre os 11 candidatos: Renatinha. Já na disputa para vice-governador, três mulheres integram as chapas: Izaltina Quilombola, Priscila Felizola e Suely Barreto.

Atenção do eleitor

Com a campanha em andamento e o primeiro turno marcado para 4 de outubro, o eleitor sergipano terá até lá a oportunidade de conhecer os candidatos, comparar propostas e avaliar o histórico de quem pretende ocupar os cargos públicos.

Mais do que uma escolha de nomes, o voto definirá os representantes responsáveis por decisões que terão impacto direto na vida da população. Cada cargo em disputa tem sua importância: governador e deputados estaduais terão papel central nas políticas públicas de Sergipe; deputados federais e senadores atuarão em Brasília em decisões que também afetam o Estado e todo o país.

Diante de tantas candidaturas, é muito importante que o eleitor dedique tempo à análise das propostas e das trajetórias dos candidatos antes de fazer suas escolhas. Afinal, o resultado das urnas não produzirá efeitos apenas sobre quem votou, mas sobre todos os cidadãos que vivem em Sergipe e, de certa forma, como citado anteriormente, no Brasil.

Por Fábio Viana da equipe CinformOnline

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