
Sergipe ocupa a segunda posição entre os estados do Nordeste e o quarto lugar no ranking nacional de pesquisa científica, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com pesquisa técnica da Tendências Consultoria. O resultado coloca Sergipe entre os estados brasileiros com melhor desempenho no indicador, que integra o pilar Inovação, responsável por 7,1% da composição geral do Ranking de Competitividade dos Estados.
O indicador Pesquisa Científica considera o desempenho das instituições de ensino superior de cada unidade da Federação. A nota é calculada a partir da média ponderada dos resultados de pesquisa científica do Ranking Universitário Folha (RUF), considerando o número de matrículas de cada instituição, conforme dados do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
A dimensão Pesquisa do RUF reúne nove indicadores relacionados à produção e ao impacto científico, entre eles o número de publicações e citações em periódicos indexados na Web of Science, produção e citações por docente, impacto das citações por área do conhecimento, publicações em periódicos da SciELO, recursos captados para pesquisa, bolsas de produtividade do CNPq e teses defendidas por docente.
No recorte regional, Sergipe aparece atrás apenas de Pernambuco, que ocupa a segunda colocação nacional. O desempenho sergipano também supera os demais estados do Nordeste, consolidando o estado entre os principais destaques brasileiros no indicador. Na liderança nacional está o Distrito Federal, que também é o primeiro colocado da região Centro-Oeste. Pernambuco lidera o Nordeste, Espírito Santo aparece à frente no Sudeste, Rio Grande do Sul é o destaque da região Sul e Acre ocupa a primeira posição entre os estados do Norte.
O ranking ressalta a importância da produção científica e da capacidade de pesquisa das instituições de ensino superior para o desenvolvimento da inovação e da competitividade dos estados. Para Sergipe, a quarta colocação nacional evidencia a relevância da pesquisa científica produzida no estado e sua contribuição para o ambiente de inovação.
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