A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
Leia mais

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Fiéis participam da 68ª Peregrinação de Nossa Senhora Divina Pastora

    A 68ª Peregrinação de Nossa Senhora Divina Pastora acontece nos [...]

  • Governo de Sergipe destina mais de R$ 31 milhões para ciência e tecnologia em 2026

    A curiosidade e a busca por novas descobertas são motores [...]

  • Procompi prepara nova fase com foco nas necessidades das micro e pequenas indústrias

    Gestores de 21 estados brasileiros se reuniram na última semana, [...]

  • Saúde de Sergipe reúne gestores para fortalecer a prevenção da mortalidade materna e infantil no estado

    Posse da nova presidência do Comitê Estadual de Prevenção da [...]

  • Minerais críticos e estratégicos já respondem por 129 mil empregos no Brasil

    Divulgação Mercado de trabalho na área cresceu 8,6% entre 2023 [...]