A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
Leia mais

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Anvisa: anéis inteligentes não devem ser usados para diagnosticar doenças

    Aplicativos para celular, relógios e, mais recentemente, anéis inteligentes passaram [...]

  • Demora no diagnóstico agrava esclerose múltipla, alerta associação

    Cerca de um quarto dos pacientes com esclerose múltipla chega [...]

  • Prefeitura reforça importância do diagnóstico precoce de doença renal em ação no CEMAR

    Diagnóstico precoce é cuidado que preserva a vida e pode [...]

  • Saiba como acessar reconstrução dentária pelo SUS em casos de violência doméstica

    Mulheres que sofreram danos à saúde bucal em decorrência de [...]

  • Comércio, serviços e turismo fazem apelo para que PEC do fim da escala 6×1 não seja votada antes das eleições

    Campanha lançada no final de semana dos dias 29 e [...]