A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
Leia mais

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • COLUNA INFORMANDO – Contas, custos e votos na urnas

    A campanha entrou na fase em que cada escolha pesa [...]

  • RECEITAS X DESPESAS – A corrida milionária pelo Governo de Sergipe

    Prestação de contas - Campanhas ao Governo de Sergipe já têm [...]

  • EDITORIAL – O eleitor também precisa seguir o dinheiro

    A campanha eleitoral entra na reta final, período em que [...]

  • Cartilha da redação do Enem está disponível

    Divulgação/MEC Redação integra o primeiro dia de aplicação do exame, [...]

  • Hino preenche lacuna histórica e passa a compor grade de símbolos cívicos oficiais de Aracaju

    Oficializado após concurso, o hino traduz em melodia e poesia [...]