A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
Leia mais

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Prefeitura prepara equipes que vão ampliar a cobertura nas Unidades de Saúde da Família

    A população de Aracaju passa a contar com uma nova [...]

  • Carnaval em alto-mar: cruzeiros devem movimentar 40 mil turistas pelo Brasil

    Enquanto a folia já começa a tomar conta das ruas, [...]

  • Bolsonaro não precisa ir para hospital, mas de melhor cuidado, diz PF

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), [...]

  • Governo de Sergipe une tecnologia e tradição em visita a comunidades quilombolas

    Ouvir, acolher e planejar novas ações foram os objetivos principais [...]

  • Câncer: INCA estima 781 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028 no Brasil

    A publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil do [...]