A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
Leia mais

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • “Vamos mudar o jeito de governar este país”, diz Lula

    No primeiro discurso após a reeleição, o presidente Luiz Inácio [...]

  • Mais de 30 mil eleitores tiveram acesso ao transporte intermunicipal gratuito em SE

    No total, foram utilizados 62 veículos da frota extra, somando [...]

  • Lula é reeleito presidente do Brasil: “Fato histórico que devo ao povo brasileiro”

    Paulo Pinto/Agência Brasil "Eu posso garantir para vocês que nós [...]

  • Prefeitura mobiliza órgãos municipais e garante tranquilidade durante o segundo turno das Eleições 2026

  • 13º salário: antes de gastar, descubra quanto custa o seu dinheiro

    Com a proximidade do pagamento do 13º salário, milhões de [...]