A posição do procurador deve ser encaminhada nesta tarde para o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, responsável por tomar a decisão.
Janot deve revogar o benefício concedido porque entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam da omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar o acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer, no encontro no Palácio do Jaburu.
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