
Na mais recente pesquisa do Instituto Veritá, que avaliou as administrações municipais das capitais em todo o Brasil, a gestão da prefeita Emília Corrêa (Republicanos) em Aracaju apareceu como a oitava melhor do País, sendo a terceira mais bem avaliada de toda a região Nordeste. A avaliação acima comprova que a gestora terminou bem seu primeiro ano no comando da PMA e os resultados entregues até agora sinalizam que ela segue na direção certa.
Como já dito por este colunista em outras análises, Emília conseguiu superar uma série de adversidades durante seu primeiro ano de mandato, principalmente algumas “pegadinhas” deixadas pela gestão anterior. Além disso, no começo de 2025, o governador Fábio Mitidieri (PSD), através de seus liderados, ameaçou pressionar a gestora de Aracaju, e lhe impôs outras dificuldades, mas Emília teve sabedoria de sair do debate político e focou em gerir a cidade.
Entre erros e acertos, conseguiu regularizar a coleta do lixo e a limpeza pública, que recebeu no “vermelho” de Edvaldo Nogueira (PDT), devendo meses para a empresa que até então prestava o serviço para a PMA. Emília apostou também em renovar a frota do transporte coletivo, implantando ônibus com ar-condicionado, além de outras inovações, sem reajustar a tarifa, contemplando a população mais pobre. O descaso que existia com o transporte era um dos pontos mais criticados da gestão anterior.
Outra conquista da gestão de Emília Corrêa foi a evolução que ela conseguiu dar na Saúde. A área era a mais atacada até então e hoje os resultados estão aparecendo e a percepção é que a população mais pobre está sendo melhor assistida. Sem contar que Emília já iniciou a construção de três novas unidades e já sinaliza mais UBS para serem anunciadas agora em 2026. As filas de espera foram bem reduzidas e a oferta de exames é muito superior.
A gestora vem cumprindo a promessa de campanha de revitalizar a região central da cidade com uma série de ações e investimentos, valorizou categorias de trabalhadores que eram “marginalizadas” pelo gestor passado e honrou o compromisso de abertura de diálogo e valorização do funcionalismo público municipal. E ainda “despolitizou” seu discurso e sua gestão, retomando e/ou dando continuidade às obras abandonadas e iniciadas por Edvaldo Nogueira.
A estratégia do ex-prefeito e seu famoso “MARKETING” de tentar tirar o mérito de Emília por dar continuidade às obras da PMA não funcionou. Toda gestão é impessoal e a prefeita está fazendo exatamente o que a população espera dela. A forma de fazer oposição de Candisse Carvalho (PT) também foi muito exagerada, ao ponto de o Poder Judiciário ter que determinar a retirada de alguns dos seus ataques nas redes sociais contra Emília que não tinham comprovação.
Assim como fez com o governador, a prefeita não entrou “na onda” da oposição e evitou debates políticos. Mesmo com a estratégia de seus adversários de tentar dividir seu agrupamento, Emília insistiu em falar de gestão e de entregas, deixando a discussão de pré-candidaturas e de política eleitoral apenas agora, em meados de 2026. Mas, ainda assim, ela parece buscar o “tempo certo” para não deixar associar sua gestão com a eleição para o governo do Estado.
A oposição é fundamental, ela fiscaliza e mantém a gestão atenta para evitar erros, mas é preciso equilíbrio e sabedoria. Os adversários tentaram construir uma narrativa de que “Aracaju vivia no caos”, mas os resultados e as entregas de Emília provam o contrário. Seu trabalho unificou a Câmara Municipal, silenciou os críticos e a Pesquisa Veritá confirmou algo já dito por este colunista: a oposição está falando para uma “bolha” que, naturalmente, não votou e nem votará com Emília, que tem deixado eles errarem…
Veja essa!
Chega a informação para este colunista que em diversas festas pagas com dinheiro público pelo interior do Estado as prefeituras estão “proibindo” que a população tenha acesso caso as pessoas estejam consumindo outra marca de cerveja ou refrigerante que não seja uma das patrocinadoras do evento.
E essa!
Este colunista entende que uma festa promovida por uma gestão municipal e/ou estadual, financiada com dinheiro da população, não impor “privações” para o povão! Com a palavra o Ministério Público Estadual para investigar e, se for o caso, punir quem estiver cometendo determinados excessos em algumas festas.
Privatizou as festas
Como se não bastasse a privatização de parte dos serviços da DESO, deixando boa parte da população desassistida de água, que é fundamental para a sobrevivência humana, agora a impressão é que alguns gestores estão determinados em “privatizar” as festas públicas. O Ministério Público precisa se posionar…
Cancelou
O Governo de Sergipe informa que a agenda de inaugurações de obras para garantir a segurança hídrica no alto sertão, prevista para segunda-feira (12), nos municípios de Poço Redondo e Porto da Folha, foi cancelada. Uma nova data será divulgada em breve pelos canais oficiais do Governo do Estado.
Desgaste grande
Além do Agreste, o Médio e Alto Sertão de Sergipe são as regiões onde as críticas ao governo de Fábio Mitidieri estão cada vez mais acentuadas. A população não aceita mais desculpas para a falta de água constante nas torneiras e, sem poder dar a garantia que o problema estará resolvido junto com a Iguá, o governo deve ter preferido adiar o evento e evitar um possível constrangimento.
A IGUÁ mudou!
Calma, leitores! Não foram os serviços prestados pela Iguá Sergipe que melhoraram, não! Este colunista tem consciência da falta de água em diversos pontos do Estado, inclusive em alguns bairros da capital. O que a Iguá MUDOU agora em janeiro foi o formato de sua fatura! Aquela conta que chega na sua casa todos os meses, que nunca falta, MUDOU de modelo! Só isso! Seria cômico, se não fosse trágico…
André Moura
O secretário de Governo do estado do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, participou da tradicional Festa de Santos Reis no município de São Francisco. André visitou a cidade a convite do prefeito Dudu Guimarães (União Brasil). O evento abriu o calendário festivo de 2026 na região do Baixo São Francisco com uma programação que incluiu diversas atrações musicais e reuniu moradores locais e turistas de cidades vizinhas, consolidando-se como um dos principais eventos culturais do início do ano no estado.
Articulação política
A presença de André Moura em São Francisco reforça sua agenda de pré-campanha em solo sergipano, conciliando as atividades com o cargo que ocupa na gestão fluminense. Durante o evento, o secretário destacou a importância de manter o vínculo com as bases municipais. “É sempre uma alegria retornar ao Baixo São Francisco, especialmente em uma celebração tão significativa para a nossa cultura como a Festa de Santos Reis. Aceitei com satisfação o convite do prefeito Dudu, um parceiro de longa data, para estar ao lado da população e reafirmar nosso compromisso com o desenvolvimento de Sergipe”, afirmou André Moura.
Dudu Guimarães
O prefeito Dudu Guimarães ressaltou o impacto positivo da festividade para a economia local, pois o fluxo de visitantes impulsiona o comércio e o setor de serviços durante o período. “A Festa de Santos Reis é o primeiro grande evento de 2026 e traz uma energia renovada para o nosso povo. Receber André Moura aqui é um reconhecimento do trabalho que estamos realizando em São Francisco. É fundamental ter lideranças que conheçam nossa realidade e que estejam dispostas a contribuir com o crescimento da nossa região”, declarou o prefeito Guimarães.
Pank em Poço Redondo I
A vinda do vice-prefeito Pank Pancadão a Poço Redondo reacende a esperança de um povo historicamente sofrido, mas que nunca deixou de acreditar em dias melhores. O município, marcado por desafios sociais e econômicos, passa a enxergar, nesse novo momento político, a possibilidade concreta de construção de um novo agrupamento capaz de recolocar Poço Redondo na rota do desenvolvimento.
Pank em Poço Redondo II
Pank Pancadão carrega em sua trajetória um histórico político que poucos conseguem igualar. Foram três mandatos como vereador, duas passagens pela vice-prefeitura e a capacidade comprovada de formar lideranças, tendo eleito seu filho por duas vezes vereador. Um currículo que não se constrói por acaso, mas a partir de trabalho contínuo, presença popular e articulação política sólida.
Pank em Poço Redondo III
Reconhecido pelo carisma, pela amizade e, sobretudo, pela palavra cumprida, Pank construiu ao longo dos anos uma reputação de homem sério, leal e confiável. Características cada vez mais raras na política e que fazem dele uma liderança respeitada não apenas em sua base, mas também por toda a classe política do estado de Sergipe.
Diálogo iniciado
Sua chegada a Poço Redondo não representa apenas uma visita política, mas o início de um diálogo amplo, capaz de unir forças, superar divisões e pensar o município de forma estratégica. A expectativa que se cria é de um novo tempo, onde experiência, sensibilidade social e articulação política caminhem juntas em favor do desenvolvimento, da geração de oportunidades e da melhoria da qualidade de vida da população,
Breno Garibalde I
O vereador Breno Garibalde utilizou as redes sociais para comentar dados de um levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) que analisou a destinação de emendas parlamentares individuais ao Orçamento de 2026. O estudo revela que a bancada federal de Sergipe não destinou nenhum recurso para ações ambientais ou de enfrentamento às mudanças climáticas.
Breno Garibalde II
De acordo com a pesquisa, foram analisadas 97 ações orçamentárias relacionadas à política ambiental e climática em todo o país. Mesmo assim, as emendas individuais representaram apenas 2,5% do orçamento total previsto para a área. No cenário nacional, a pauta ambiental também aparece com baixa prioridade: apenas 0,58% das emendas individuais foram direcionadas a esse setor.
Breno Garibalde III
Outro dado apontado pelo levantamento é que mais de 65% dos recursos destinados concentram-se em ações de proteção e bem-estar animal, enquanto áreas consideradas estratégicas como prevenção de enchentes, defesa civil e adaptação climática, seguem com baixo volume de investimentos.
Situação crítica
Ao comentar os números, Breno Garibalde destacou que a situação de Sergipe é ainda mais crítica. Segundo o vereador, enquanto no Brasil o percentual já é reduzido, no estado o valor chega a zero real. “Isso não é opinião, é dado. O estudo analisou quase 100 ações ligadas ao clima, como prevenção de enchentes e defesa civil, e mesmo assim o dinheiro não foi para isso”, afirmou.
Contradição
O parlamentar também relacionou os dados à realidade enfrentada pela população sergipana, citando problemas recorrentes como enchentes, lixo acumulado em canais, períodos de seca e outros impactos ambientais. Para ele, o levantamento expõe uma contradição entre discursos e práticas. “A gente vê falas bonitas, mas na prática o meio ambiente não é prioridade. Orçamento é escolha. E aqui em Sergipe, escolheram deixar o meio ambiente com zero”, concluiu.
Hospital Cirurgia I
Protagonista de avanços e pioneirismos na saúde, o Hospital de Cirurgia (HC) – no ano em que completa 100 anos de assistência aos sergipanos – realizou o seu primeiro transplante de rim. O procedimento marca a retomada dos transplantes renais pela Rede Estadual de Saúde após 13 anos e consolida o HC como o primeiro hospital filantrópico de Sergipe habilitado a realizar esse tipo de cirurgia de alta complexidade.
Hospital Cirurgia II
O transplante foi bem-sucedido e o paciente, o lavrador Josenaldo Oliveira Freitas, 25 anos, de Nossa Senhora da Glória, permanece sob observação médica. Ele convivia com a doença renal crônica há cerca de dez meses, dependia de sessões de hemodiálise três vezes por semana; e recebeu um rim esquerdo de um doador falecido, em um gesto de solidariedade de uma família que disse sim à doação de órgãos.
Sucesso do procedimento
O procedimento foi conduzido por uma equipe multiprofissional especializada, formada pela chefe do Serviço de Transplante Renal, a nefrologista Dra. Simone Oliveira; pelos urologistas Dr. Diego Marques, Dr. Bruno Garcia e Dr. Iure Carvalho; além da anestesiologista Dra. Caroline Gaudêncio. Os profissionais atuaram de forma integrada em todas as etapas do transplante.
Bruno Garcia I
“Foi tudo ótimo, uma bela cirurgia. Estamos muito satisfeitos com o resultado. Esperamos que o paciente se recupere e que dê tudo certo. Ele está no momento estável, sem nenhum tipo de medicação especial, fora do habitual”, informou Dr. Bruno Garcia. A realização do transplante representa um marco para o Cirurgia e para a saúde do estado, ao ampliar o acesso dos pacientes renais crônicos a um tratamento considerado padrão-ouro e reduzir a necessidade de deslocamento para outros estados.
Bruno Garcia II
Atualmente, o transplante renal lidera a fila de espera por órgãos no Brasil, com mais de 40 mil pessoas aguardando. “É importante esse feito porque Sergipe precisava ter a independência dos transplantes. Estávamos exportando os nossos órgãos e, agora, com uma equipe do próprio do Estado, do Hospital de Cirurgia, estamos fazendo esse transplante, que está sendo formatado para ocorrer em alto volume. É algo para ser rotineiro, habitual ao longo dos anos”, explicou Dr. Bruno Garcia.
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