
A primeira prefeita da história de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), ignora os “críticos de plantão” e vai se consumando como a gestora da capital que mais defendeu a região da Zona de Expansão e uma das que mais levou investimentos. Se não bastasse seu empenho, ao lado do deputado federal Thiago de Joaldo (Republicanos) e do senador Alessandro Vieira (MDB), para que a Zona continue sendo território da cidade, ela agora assegura um grande investimento em Educação de olho no futuro daquela área.
O impasse sobre a disputa territorial da Zona de Expansão, entre as Prefeituras de Aracaju e de São Cristóvão, caminha para ter um final feliz para quem defende a permanência da responsabilidade administrativa por aquela área com a gestão de Emília Corrêa. Desde que assumiu o comando da PMA, a prefeita participou de audiências públicas, ouviu representantes das comunidades, intensificou a campanha de pertencimento para a cidade e fortaleceu a luta política, inclusive indo até Brasília (DF) para dialogar.
Poucos meses depois de “abraçar a causa”, o deputado Thiago de Joaldo conseguiu a aprovação de uma proposta na Câmara Federal e, feito o apelo ao senador Alessandro, em nome da prefeita e dos moradores da Zona de Expansão, houve novo êxito, agora no Senado. Justiça seja feita, o presidente da República também já sancionou a lei que vai garantir a realização de um plebiscito este ano, para que a população dos dois municípios possa defender, dentro do Estado Democrático de Direito.
Obra por obra, entrega por entrega, Emília Corrêa vai avançando, aumentando sua popularidade e, justiça seja feita, não sossegou e já está na expectativa na tramitação da proposta na Assembleia Legislativa para a realização do plebiscito. Enquanto isso, a Zona de Expansão tem tido uma atenção da Prefeitura de Aracaju com serviços operacionais, obras de infraestrutura urbana, além de intervenções como micro e macrodrenagem, terraplanagem, pavimentação, sinalização e urbanização em algumas áreas.
Além disso é a gestão dela quem deu a ordem de serviço e iniciou a obra para a construção da Unidade de Saúde da Família (USF) João Bezerra e do pólo da Academia da Cidade na região. Agora, olhando para o futuro da Zona de Expansão, para o desenvolvimento e as novas gerações, Emília Corrêa oficializou a doação de uma área pública que pertencia ao município na região para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS) implantar um Campus do IFS.
Com a formalização dessa parceria com o governo federal e Câmara Municipal de Aracaju (CMA), a prefeita foca na expansão da rede federal de ensino na capital, oportunizando aos jovens em especial da Zona de Expansão uma educação técnica e tecnológica de qualidade. Estamos falando em formação profissional, em tempos de incertezas sobre o futuro do País e do Mundo. Além de conhecimento, Emília também leva desenvolvimento para a região.
Algumas cobranças à gestão de Emília têm fundamentação porque existe uma grande expectativa criada para sua capacidade administrativa, mas há de se reconhecer a visão e a sensibilidade da prefeita em dar toda atenção e levar investimentos e ações para uma região historicamente esquecida, que por anos vem crescendo desordenadamente e que se acostumou a só ouvir promessas dos políticos e autoridades. E os “frutos” desse investimento no Campus do IFS talvez nem sejam colhidos por ela.
Até o término da obram mesmo que seja reeleita em 2028, o “retorno” em conhecimento para a região ainda não terá sido dos maiores, mas ao olhar para formação profissional, além de desenvolvimento para a região, Emília deixará um grande legado administrativo para quem vem sendo criticada pela forma moderna de se comunicar. Ela acerta em olhar para frente sempre e avançar; e a Zona de Expansão passa a ter do poder público mais respeito e dignidade. Algo que só incomoda quem teve oportunidade e não fez…
Veja essa!
A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, oficializou a doação de uma área pública municipal ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS) para a implantação de um novo campus na capital. A solenidade contou com a presença da reitora do IFS, Ruth Sales, do pró-reitor professor José Osman, além de secretários municipais.
E essa!
O terreno, com mais de 22 mil metros quadrados, está localizado na Avenida Luís Carlos Prestes, no bairro Robalo, e foi destinado ao IFS após ser desafetado por meio da Lei nº 6.327, de 10 de abril de 2026. A iniciativa viabiliza a expansão da rede federal de ensino em Aracaju, ampliando o acesso à educação técnica e tecnológica de qualidade.
Emília Corrêa I
A prefeita destacou a importância da união entre os entes públicos para ampliar o acesso à educação e à formação profissional. “É uma parceria entre o Governo Federal, a Prefeitura e a Câmara Municipal. Muito importante destacar isso. Estamos oportunizando espaços de ensino, aprendizado e formação, algo de que nossos jovens precisam muito. A política pública funciona quando todos dão as mãos para agilizar as ações”.
Emília Corrêa II
A gestora também ressaltou o olhar da administração municipal para a zona de expansão da cidade. “Temos um olhar voltado para a zona de expansão, com muitos serviços sendo prestados. Esse campus será muito importante para os jovens da região e para o desenvolvimento daquela localidade”, completou.
Elber Batalha I
No dia 14 de maio, a partir das 15h, uma Audiência Pública de autoria do vereador Elber Batalha (PSB) irá discutir a Escala 6×1 no plenário da Câmara Municipal de Aracaju (CMA). A ocasião deve reunir movimentos sociais, comerciantes e o público em geral para falar sobre as perspectivas da mudança com a aprovação do projeto que tramita em Brasília.
Elber Batalha II
O parlamentar já se manifestou a favor do final da jornada. Recentemente lembrou a sua história, contando que foi comerciário e viveu na pele toda a correria do trabalhador brasileiro. “Digo isso de lugar de fala de quem foi comerciário por mais de 10 anos (dos 14 aos 27 anos), eu entrei no comércio como balconista de loja no dia 12/12/1988 e somente saí do comércio quando ingressei no curso de licenciatura em história no ano de 1997”.
Elber Batalha III
Em seus discursos atuais, ele ressaltou ainda que, nos últimos 30 anos, o fim da jornada 6×1 é o projeto mais importante a ser votado no Congresso Nacional e trouxe seu relato pessoal como comerciário há anos atrás. “O que se tem que deixar claro aqui é que essa luta é uma luta desde 1988. E a classe conservadora não permitiu que isso avançasse lá em 88. Conseguimos as 44h semanais, mas não conseguimos a jornada 5×2 e agora é a hora dessa conquista ser dada aos trabalhadores”.
Yandra Moura I
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD) da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator Márcio Honaiser (Solidariedade-MA) ao Projeto de Lei 5962/2025, de autoria da deputada federal Yandra Moura (União-SE), que reconhece a epilepsia como deficiência para todos os efeitos legais. A proposta segue agora para análise nas comissões de Saúde e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Yandra Moura II
A proposta estabelece que a epilepsia poderá ser reconhecida como deficiência quando configurar impedimento de longo prazo de natureza física, mental ou intelectual, especialmente diante de fatores como a frequência, intensidade e imprevisibilidade das crises, a resistência ao tratamento e o impacto direto na autonomia, segurança e participação social do paciente. O texto também destaca que a medida corrige distorções enfrentadas por pessoas com epilepsia, como exclusão no mercado de trabalho e discriminação, ao garantir acesso a direitos e proteção legal.
Yandra Moura III
Autora da proposta, Yandra Moura destacou que a aprovação na CPD representa um avanço na garantia de direitos. “O reconhecimento da epilepsia como deficiência corrige uma lacuna histórica e permite que essas pessoas tenham acesso a políticas públicas, proteção legal e inclusão no mercado de trabalho. Estamos falando de dignidade e de igualdade de oportunidades”, afirmou.
Yandra Moura IV
A parlamentar também ressaltou que o projeto segue o modelo social adotado no Brasil. “A proposta considera não apenas a condição clínica, mas o impacto das barreiras sociais na vida dessas pessoas. A avaliação biopsicossocial assegura um olhar individualizado e mais justo”, completou Yandra.
Yandra Moura V
O projeto altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência para incluir a epilepsia entre as condições que podem ser equiparadas à deficiência, desde que configurado impedimento de longo prazo que restrinja a participação plena na sociedade. A medida amplia o acesso a direitos como políticas de inclusão, cotas no mercado de trabalho e benefícios sociais.
Alô Pacatuba!
O enfrentamento à violência contra a mulher exige ação, compromisso e integração entre instituições. Com esse objetivo, o Governo Municipal de Pacatuba, em parceria com a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), realizou uma reunião estratégica voltada ao fortalecimento da rede de proteção no município. O encontro reuniu representantes das instituições envolvidas na pauta e teve como foco o alinhamento de ações prioritárias para aprimorar o atendimento às mulheres em situação de violência.
Violência contra a mulher I
Entre os principais pontos discutidos, destacam-se a ampliação da agilidade e da humanização no atendimento às vítimas, o desenvolvimento de estratégias para captação de recursos e o avanço no processo de implantação do Centro de Referência Especializado em Atendimento à Mulher (CREAM) em Pacatuba.
Violência contra a mulher II
A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a prevenção e o combate à violência contra a mulher, além da promoção da segurança, da autonomia e da garantia de direitos para as mulheres pacatubenses. A Prefeitura segue atuando de forma integrada com os demais órgãos para consolidar políticas públicas eficazes, fortalecendo a rede de proteção e ampliando o cuidado com quem mais precisa.
CRÍTICAS E SUGESTÕES
habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com
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