Veja essa!

A Polícia Federal deflagrou, a Operação Warren, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida no desvio de recursos públicos federais destinados à reforma e à ampliação de uma escola estadual em Sergipe. A ação mobilizou 16 policiais federais para o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão no município de Aracaju.

E essa!

A diligência teve início a partir de auditoria realizada pela Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas, que identificou divergências entre os valores pagos e o efetivo avanço da obra. Segundo as investigações, o grupo fraudava medições e documentos para simular a execução de serviços que não ocorriam na prática.

Prejuízo milionário

Com a liberação dos pagamentos indevidos, os recursos eram transferidos para pessoas físicas e jurídicas ligadas ao esquema para ocultar a origem ilícita. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 1 milhão. O esquema contava com a participação de empresários, de um servidor público responsável pela fiscalização da obra e de interpostos utilizados para a movimentação financeira.

Supostos crimes

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de desvio de recursos públicos, de fraude na execução de contrato administrativo, de corrupção, de lavagem de dinheiro e de falsidade ideológica.

Bomba!

Pelo menos três prefeitos sergipanos, que estão no palanque governista no momento, estudam migrar para a oposição e apoiar a pré-candidatura de Valmir de Francisquinho para governador. Os gestores analisam as movimentações políticas neste período de pré-campanha, mas talvez só anunciem algo durante o período junino…

Exclusiva!

O ex-deputado Pastor Heleno Silva (Republicanos) conversou com este colunista a reafirmou sua pré-candidatura a deputado federal este ano, negando os rumores que foram “plantados” nas redes sociais de que ele iria disputar um mandato na Alese. Heleno não vê demérito algum ser deputado estadual, mas explicou que seu compromisso com o povo e com seu partido é de ser pré-candidato a deputado federal.

Olha CPI!

O senador Alessandro Vieira (MDB) apresentou o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado, com pedidos de indiciamento por crimes de responsabilidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do Procurador-Geral da República Paulo Gonet.

Sobre o relatório

O documento consolida meses de investigação sobre a atuação, estrutura e expansão de organizações criminosas no país, além de propor um conjunto amplo de medidas para fortalecer o combate ao crime organizado. O texto destaca a convergência entre a criminalidade violenta e os crimes financeiros, e aponta como essas estruturas atuam de forma articulada para ampliar lucros e dificultar a repressão estatal.

Relatório foi rejeitado

Segundo a Agência Senado, após cinco horas de discussão, foi rejeitado o relatório final da CPI do crime organizado. O texto, do senador Alessandro Vieira, foi rejeitado por seis votos a quatro e, com isso, a CPI terminou sem um texto final. Os ministros do STF, em retaliação, sinalizaram uma “punição” contra Alessandro. Torná-lo inelegível seria uma possibilidade…

Como votaram

Votaram contra o relatório final da CPI do Crime Organizado os senadores Beto Faro (PT/PA), Teresa Leitão (PT/PE), Humberto Costa (PT/PE), Soraya Thronicke (PSB/MS), Rogério Carvalho (PT/SE) e Otto Alencar (PSD/BA). Além do relatório Alessandro Vieira (MDB/SE), votaram a favor os senadores Eduardo Girão (Novo/CE), Magno Malta (PL/ES) e Esperidião Amim (PP/SC).

Rogério e a “Caixa Preta” I

Como perguntar não ofende nunca, por que o sergipano Rogério Carvalho votou contra o relatório que pedia o indiciamento contra três ministros do STF e o Procurador-Geral da República? Por que Rogério não foi solidário com o colega Alessandro Vieira? E por que outros petistas e aliados do presidente Lula “suavizaram” para os ministros?

Rogério e a “Caixa Preta” II

Que mistério é esse no entorno dos senadores do PT que não aprovaram o relatório do senador Alessandro Vieira? Seria algum receio do STF? Será que alguém vai abrir essa “caixa preta” no Senado Federal? Depois da quebra do monopólio da informação, o bom é que todo mundo tem acesso a tudo…

Laércio Oliveira I

O senador Laércio Oliveira apresentou um projeto de lei que reduz em 50% os encargos trabalhistas para empresas que contratarem trabalhadores com mais de 50 anos. O objetivo é ampliar a empregabilidade de profissionais a partir dessa faixa etária. “Aproveitar a experiência desses trabalhadores é essencial para o crescimento do país. Além disso, o trabalho também representa dignidade, pertencimento e qualidade de vida”, explicou.

Laércio Oliveira II

A proposta, sugerida pela Federação do Comércio de São Paulo (FecomércioSP)  prevê a redução da contribuição previdenciária patronal ao INSS e também da alíquota de depósito do FGTS, pelo prazo de até 24 meses, contados a partir da contratação. O benefício é válido exclusivamente para novos vínculos empregatícios incentivados. “O Brasil está envelhecendo, e precisamos criar mecanismos concretos para garantir oportunidades para quem ainda tem muito a contribuir”, afirmou o senador.

Laércio Oliveira III

A medida não altera direitos trabalhistas e previdenciários dos empregados e não pode ser acumulada com outros incentivos de desoneração da folha. O texto estabelece regras para evitar distorções, como a proibição de recontratação do mesmo trabalhador com o benefício antes de um intervalo mínimo de 180 dias após eventual desligamento. “Nosso foco é gerar novas oportunidades, e não substituir trabalhadores. Por isso, o projeto tem critérios claros e um prazo determinado”, detalhou.

Solução de mercado

Segundo Laércio, a iniciativa segue boas práticas internacionais no desenho de políticas públicas para inclusão produtiva de trabalhadores mais experientes. “A literatura internacional mostra que incentivos precisam ser bem direcionados. Estamos falando de um público que enfrenta mais dificuldades para se recolocar no mercado”, destacou. O senador sergipano também ressaltou que o projeto busca equilíbrio entre estímulo econômico e responsabilidade fiscal, ao prever um incentivo temporário e focalizado. “É uma solução de mercado, sem imposição de cotas, que reduz custos para o empregador e amplia as chances de contratação para quem mais precisa”, concluiu.

Memorial Jouberto Uchôa

O Memorial de Sergipe Professor Jouberto Uchôa abre, nesta sexta-feira (17), às 10h, a exposição temporária “Xokó: Práticas e Saberes de Resistência”. Com entrada gratuita e sem necessidade de retirada de ingressos, a mostra se destaca por dar ainda mais visibilidade à história, à cultura e às práticas de resistência do povo indígena Xokó, reafirmando a importância dos povos originários na formação da identidade sergipana. A iniciativa lidera a programação alusiva ao Dia dos Povos Indígenas no Memorial.

Povo Xokó

A exposição propõe um mergulho na riqueza estética e cultural do povo Xokó, reunindo obras de arte e objetos etnográficos que narram histórias de ancestralidade, território e resistência. O público poderá conhecer de perto elementos que evidenciam os saberes e práticas mantidos ao longo das gerações.

Resistência

Além da abertura oficial, o evento também contará com uma mesa-redonda denominada “Entre o Rio e a Memória: o que o povo Xokó nos ensina sobre resistência”, composta por Michele Becker, jornalista, professora universitária e pesquisadora no tema, e Edson Ulisses, desembargador aposentado e com raízes indígenas.

Sayonara Viana

Para a diretora do Memorial de Sergipe, Sayonara Viana, a exposição representa um momento de reconhecimento e valorização dos povos originários. “Essa mostra é um convite para que o público conheça e respeite ainda mais a história e os saberes do povo Xokó, que seguem vivos e presentes na construção da nossa identidade. É também uma forma de dar visibilidade a essas narrativas e fortalecer o diálogo com a cultura indígena em Sergipe”, destacou.

Zé do Chalé

A mostra presta, também, uma homenagem ao artista Zé do Chalé, reconhecido como um símbolo da resistência cultural indígena em Sergipe, incluindo peças do acervo de José Augusto Garcez, esculturas de Zacarias dos Santos e fotografias de Nailson Moura. O Memorial de Sergipe está localizado na Avenida Santos Dumont, nº 100, na Orla de Atalaia, em Aracaju.

Povos originários

Com curadoria de Sayonara Viana e expografia de Jorge Luiz Barros, a iniciativa reforça o compromisso do Memorial com a valorização dos povos originários e a promoção de espaços de diálogo sobre identidade e cultura.  A exposição fica em cartaz por pelo menos três meses.

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

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