Emdagro apreendeu 4 mil litros e cerca de 400 quilos de agrotóxicos, entre outras ações de combate ao uso abusivo dos produtos em alimentos

Mesmo com a pandemia, a fiscalização de agrotóxicos em 2020 foi significativa no estado. É o que aponta o balanço feito pela Coordenadoria de Insumos Agropecuários (Codia) da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro). Responsável por normatizar, monitorar e fiscalizar o uso e comércio de agrotóxicos, a Codia contabilizou 1.354 ações efetivas de combate ao uso abusivo desses produtos no decorrer do ano passado, com apreensão de 4 mil litros e cerca de 400 quilos de agrotóxicos que estavam sendo comercializados sem registro.

As ações vão desde o controle, a exemplo da elaboração de normas e procedimentos para regulação do comércio e uso de agrotóxicos, cadastro, manutenção e alteração do cadastro de produtos, como também a fiscalização em estabelecimentos comerciais, prestadoras de serviços, propriedades rurais, locais de recebimento de embalagens vazias, transporte de defensivos agrícolas, além de reuniões, treinamentos e cursos para aplicadores de agrotóxicos, coleta de material para análise e renovação de certificado de registro.

De acordo com a coordenadora de Insumos Agropecuários da Emdagro, Aglênia Araújo, a fiscalização gerou a apreensão de 4 mil litros e cerca de 400 quilos de agrotóxicos que estavam sendo comercializados sem registro. “O ano de 2020 foi bastante complicado em virtude da pandemia, mas não nos impediu de realizarmos nossas ações no combate ao uso abusivo de agrotóxicos. Nós mantivemos um serviço efetivo no controle de agrotóxicos, com inúmeras fiscalizações em estabelecimentos comerciais sendo alguns deles autuados, multados e seus produtos apreendidos por estarem em desacordo com a lei”.

A coordenadora destaca ainda que o papel desenvolvido pela Emdagro é importante para impedir que a população consuma produtos com níveis de agrotóxicos acima do recomendado pela lei. “Esse trabalho é para que, tanto produtores quanto estabelecimentos comerciais, façam o uso moderado desses produtos, de forma a garantir uma alimentação mais saudável na mesa do consumidor. Por isso, nos esforçamos também para, além do trabalho punitivo, trabalhar a parte de educação sanitária através de palestras, treinamentos e cursos de aplicadores junto a toda a cadeia produtiva”, reforçou Aglênia.

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