Dados do programa estadual de imunização apontam que 204 mil sergipanos estão com a segunda dose atrasada. Isso significa que as vacinas já foram distribuídas pela SES e estão nos postos de saúde aguardando a população
Segunda-Feira, 29 de Novembro de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde acompanha com atenção às orientações do Ministério da Saúde quanto às ações relacionadas ao surgimento da nova variante de interesse do coronavírus, batizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de Ômicron.

Ainda não há casos confirmados no Brasil, mas o Ministério da Saúde proibiu vôos vindos dos países africanos África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini (ex-Suazilândia) a partir de hoje, 29.

A SES reforça a importância da vacinação contra a Covid-19 na proteção, inclusive, das novas variantes. Dados do programa estadual de imunização apontam que 204 mil sergipanos estão com a segunda dose atrasada. Isso significa que as vacinas já foram distribuídas pela SES e estão nos postos de saúde aguardando a população.

De acordo com o último boletim epidemiológico, 60,91% da população sergipana apta a tomar a vacina está totalmente imunizada e já foram distribuídas mais de três milhões de doses de vacinas aos 75 municípios sergipanos.

A secretária, Mércia Feitosa, destaca que, apesar dos números da pandemia serem favoráveis em Sergipe com a redução gradativa de internamentos e óbitos, as pessoas não podem baixar a guarda. A vacina é a principal arma contra a doença, mas as medidas sanitárias como uso de máscara, distanciamento social e lavagem frequente das mãos devem ser respeitadas. “Não é tempo de relaxar. As variantes ainda deixam o mundo em alerta e se espalham de forma muito rápida. Estamos correndo contra o tempo para deixar à disposição da população sergipana o seu imunizante, mas é preciso que as pessoas se conscientizem de que a proteção efetiva se dá com o esquema vacinal completo”, destacou.

A gestora ainda enfatiza o trabalho da SES junto aos municípios. “Estamos sempre pactuando com os municípios celeridade na logística da aplicação das vacinas e buscativa da população faltosa. As pessoas precisam compreender que a vacinação não protege só o individuo, mas a comunidade porque bloqueia a circulação ativa do vírus”, complementou.

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