Na ocasião, foi discutido o processo de licenciamento ambiental para o início das perfurações no segundo semestre deste ano

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), participou de uma reunião com representantes da empresa ExxonMobil, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e demais órgãos interessados nos projetos de exploração de petróleo e gás que envolvem a Bacia Sergipe-Alagoas (SE-AL). Na ocasião, foi discutido o processo de licenciamento ambiental para o início das perfurações no segundo semestre deste ano. A reunião ocorreu na segunda-feira (28).

Em março, o Ibama divulgou o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da campanha de perfuração de um poço firme na Bacia SE-AL, desenvolvida pela empresa ExxonMobil. Além das reuniões prévias virtuais com os órgãos envolvidos, será realizada uma audiência pública com o objetivo de apresentar o projeto à população em geral e discutir os estudos realizados pela equipe técnica.

Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho, os processos acontecerão de forma gradativa. “A reunião serviu para entendermos tudo o que envolve as perfurações, todos os riscos e as medidas para a redução delas. Com a licença em mãos, a empresa vai poder iniciar os trabalhos neste segundo semestre, avançando nos planos de perfuração do primeiro poço da Exxon na Bacia Sergipe-Alagoas”, afirmou.

A apresentação do diagnóstico de potencialidades e desafios coube a uma empresa multinacional de consultoria especializada em avaliação e gerenciamento de riscos e gestão ambiental. Na conclusão da exposição, foi apontada a inexistência de restrições à realização da perfuração nos seis blocos (SEAL-M-351, SEAL-M-428,SEAL-M-430, SEAL-M-501, SEAL-M-503 e SEAL-M-573) de responsabilidade da ExxonMobil, indicativo cuja viabilidade poderá ser confirmada pelo Ibama.

Poços

A ExxonMobil é responsável pela operação de nove blocos exploratórios na Bacia Sergipe-Alagoas em consórcio com a Enauta e a Murphy Oil, detendo 50% das concessões. A exploração de alto impacto de petróleo e gás no território sergipano através das ações do consórcio foi reconhecida pela imprensa especializada internacional como uma das 20 campanhas mais promissoras do segmento em todo o mundo no ano de 2021.

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