Reconhecido em filmes do quilate de “Minha mãe é uma peça”, o ator não resistiu à virulência da covid-19!

Além desse filme, Paulo Gustavo fez o Brasil rir em outros longas, como “Minha vida em Marte”, “Vai que cola”, “Os homens são de Marte”.

Provavelmente, assim como atraiu muitos milhões de espectadores nos seus filmes de humor inteligente, foi o nome que mais empatia gerou entre os brasileiros de todas as idades, tanto no seu desempenho profissional quanto durante o seu longo período de internamento.

Entre altas e baixas, depois de enfrentar com bravura todas as complicações possíveis, Paulo Gustavo faz chorar, hoje, admiradores que tanto riram com suas atuações ao longo dos últimos anos.

Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros foi ator, humorista, diretor, roteirista e apresentador brasileiro. Ficou conhecido pelo monólogo “Minha Mãe é uma Peça”, o qual, em 2013, virou um longa-metragem e o filme mais assistido daquele ano no Brasil; e, em 2015, foi publicado como um livro pela editora Objetiva.

A pandemia faz mais uma vítima, que poderia ter sido evitada se o os políticos do país esquecessem seus interesses pessoais e pensassem no bem estar da sociedade e no progresso do Estado.

As palavras do pastor e escritor inglês John Donne, replicadas no romance “Por quem os sinos dobram”, de Ernest Hemingway, nunca foram tão presentes: “Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade”.

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