Os cem primeiros dias de governo representaram uma média de pelo menos três armas de fogo ilegais retiradas de circulação em Sergipe por dia. No primeiro trimestre de 2023, as polícias Militar e Civil apreenderam 345 armas de fogo em ações e operações policiais que foram realizadas em todo o território sergipano. As armas de fogo ilegais serviam ao crime e eram utilizadas na prática de homicídios, roubos e tráfico de drogas.
Conforme o levantamento da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceacrim), da Secretaria da Segurança Pública (SSP), entre janeiro e março de 2022, foram apreendidas 327 armas de fogo ilegais no estado. Já no primeiro trimestre deste ano, 345. Em termos comparativos, apenas em três meses, a intensificação das ações policiais já representou um aumento de 5,5% na quantidade de armamentos ilegais apreendidos em Sergipe.
Ainda segundo os dados da Ceacrim, dentre as principais armas de fogo ilegais apreendidas no estado, estão os revólveres. No primeiro trimestre de 2023, foram retiradas de circulação 169 armas desse tipo. Em segundo lugar, estão as espingardas, com 65 unidades apreendidas. Já na terceira posição, aparecem as pistolas, com 64 armamentos ilegais apreendidos pelas polícias Militar e Civil.
O comandante do Policiamento da Capital, tenente-coronel George Melo, disse que a estratégia é fortalecer o policiamento ostensivo em pontos estratégicos e aumentar o número de abordagem a veículos e a pessoas. ‘Estamos fazendo operações importantes e que têm apresentado resultados positivos na diminuição dos crimes violentos”, destacou.
O mapeamento feito pela Coordenadoria de Estática e Análise Criminal verificou ainda que o reforço nas ações de abordagem e nas operações policiais no território sergipano também possibilitou a identificação de simulacros de arma de fogo. No primeiro trimestre, foram apreendidos 29 itens desse tipo, que se assemelham a armamentos reais e são utilizados em sua grande maioria na prática de roubos.
O secretário da Segurança Pública de Sergipe, João Eloy de Menezes, destacou que as apreensões de armas de fogo ilegal refletem o trabalho desenvolvido pelos servidores das polícias Militar e Civil nas ruas. “Segurança pública não se faz só. É resultado de planejamento, técnica, integração e atuação dos nossos servidores nas ruas com abordagens e operações para garantir a segurança da nossa população”, finalizou.

 

Fonte: Ascom/SSP

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