A partir desta terça-feira (05) o Museu da Gente Sergipana torna-se mais um ponto de arrecadação de materiais recicláveis em Aracaju. A coleta seletiva se dará por meio da disponibilização, na área externa do Museu da Gente Sergipana, de recipientes coletores apropriados para que o público em geral possa depositar os seguintes materiais: esponjas de lavar louça de qualquer marca, que devem estar secas, sem resíduos de alimentos e de lã de aço; material de escrita de qualquer marca, sejam eles lápis grafite e colorido, caneta, lapiseira, borracha, apontador, marca texto, marcadores permanentes e de quadro branco; e óleo de cozinha usado, que deve estar em um recipiente bem fechado, a exemplo de garrafa pet. Os resíduos podem ser entregues no museu durante o seu funcionamento, de terça a sábado, das 10h às 15h.

O objetivo da ação é proporcionar uma destinação correta a esses materiais que podem ser transformados, ganhando novas funcionalidades. Os resíduos já coletados internamente pelo Instituto Banese são destinados à Cooperativa de Reciclagem de Aracaju – CARE, onde são separados e vendidos para indústrias que realizam de fato a reciclagem dos materiais. A partir desta venda, a cooperativa consegue recursos financeiros para pagar o salário dos seus cooperados, contribuindo assim com a minimização dos danos ambientais e com a geração de renda.

As esponjas e materiais de escrita, cujo processo de reciclagem é mais complexo, serão destinados à Terracycle, empresa que atua em 21 países com programas de reciclagem de resíduos sólidos diversos. Já o óleo coletado será entregue à Recigraxe, cooperativa em Aracaju que reaproveita o óleo para produzir sabão, gerando renda para os seus cooperados e promovendo a despoluição das águas.

A diretora Administrativa e Financeira do Instituto Banese, Leila Cruz, explica a iniciativa de expansão do programa de coleta seletiva. “A expansão dessa iniciativa que o Instituto Banese realiza há alguns anos de forma interna é um convite à sociedade para que possamos olhar mais atentamente para o meio ambiente. É também uma forma de dizer que ações simples podem contribuir. Acreditamos que ao disponibilizar um ponto de coleta de determinados materiais, cuja capacidade de reaproveitamento é desconhecida por muita gente, nós incentivamos a separação desses resíduos e consequentemente sua adequada destinação”.

Com informações da Ascom do Instituto Banese

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