
Neste 17 de março, Aracaju celebra 171 anos de história. Ao longo dessa trajetória de mais um século e meio de transformações urbanas, econômicas e sociais, o Grupo Banese, composto pelo banco público estadual, Banese Card, Banese Corretora e Instituto Banese, se tornou parte indissociável da identidade da capital sergipana. Com 64 anos de existência, o Banco dos Sergipanos se consolidou como um dos principais motores de desenvolvimento da cidade e de melhoria da vida de quem nela vive.
Criado em 1961 com o nome de Banco de Fomento Econômico (BANFESE), no governo de Luiz Garcia, o Banese tem acompanhado de perto o crescimento de Aracaju desde a segunda metade do século XX, e contribuído para alavancar empresas, apoiar empreendedores, promover a bancarização das classes C, D e E, e facilitar o acesso da população ao crédito, como enfatizou o economista José Roberto Andrade.
Para o presidente do Banese, Marco Queiroz, Aracaju é uma cidade dinâmica, acolhedora e em constante transformação, e é motivo de orgulho para o Banese poder colaborar ativamente para o crescimento econômico e sociocultural da cidade através do apoio a projetos que têm melhorado as condições de vida da população. “Como banco público dos sergipanos, temos orgulho de participar ativamente da construção dessa história, estimulando o surgimento de novos negócios, fortalecendo os já existentes e investindo em iniciativas que promovem qualidade de vida para a população. Neste momento especial, parabenizo cada aracajuano e aracajuana pelos 171 anos da nossa querida capital, e quero que saibam que o Grupo Banese reafirma o compromisso de continuar sendo um parceiro do desenvolvimento da cidade, para que ela siga crescendo com oportunidades, inovação e prosperidade para todos”, declarou.
Para o economista, o Banese é muito mais do que um banco de propriedade do Estado, sendo um instrumento de execução de política pública de desenvolvimento. “A existência de um banco público estadual fortalece a capacidade de investimento e de fomento econômico. Ter um banco cujo controle pertence ao próprio povo sergipano facilita a implementação de políticas de desenvolvimento, ampliando o acesso ao crédito para empresas, órgãos públicos e para a população em geral”, observou.
Ainda segundo José Roberto Andrade, o Banese, ao longo de mais de seis décadas, tem participado direta e ativamente de diferentes fases de expansão econômica da capital sergipana através da oferta de crédito a pessoas físicas e jurídicas, e do financiamento imobiliário, ajudando a impulsionar setores importantes da economia local. “Aracaju, sem o Banese, seria como a cidade sem o Rio Sergipe logo em frente, pois não se pode falar de todo o processo de transformação que a capital observou nesse período sem a existência do banco. E é importante ressaltar que o fato de ter uma rede de atendimento consolidada e com grande capilaridade na cidade, fez com que o Banese se tornasse um dos principais provedores de crédito para negócios de diferentes portes, através de recursos próprios ou repassando recursos de outras instituições”, destacou.
Pequenos e médios negócios
Além de grandes empreendimentos, o Banese também tem papel importante no fortalecimento de pequenos e médios negócios na capital sergipana, considerados essenciais para a geração de emprego e renda. Em todo o Brasil, somente este ano, de acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas responderam por, aproximadamente, 64% dos empregos formais gerados.
Para ajudar a este importante segmento, o Banese oferece, de acordo com a superintendente de Crédito do Banco, Maraíza Sá, linhas de crédito específicas para diferentes perfis empresariais, com acesso facilitado e desburocratizado. “O crédito é decisivo para que negócios possam crescer e se consolidar, por isso o Banese apoia os empreendimentos de Aracaju através da concessão de crédito comercial e de desenvolvimento, possibilitando que esses negócios possam crescer com saúde financeira e liquidez. Mas, para além do financiamento empresarial, o Banese também investe em inovação nos serviços financeiros e em iniciativas voltadas ao bem-estar do povo sergipano”, acrescentou.
Cultura, identidade e inclusão social
A atuação do Grupo Banese, em Sergipe, vai além do setor financeiro. Por meio do Instituto Banese (IB), braço cultural do Grupo, o Banco promove ações voltadas à preservação da memória, ao fortalecimento da cultura e à inclusão social.
Segundo o Diretor-superintendente do Instituto, Ezio Déda, há mais de 15 anos a instituição trabalha para valorizar o patrimônio histórico e artístico sergipano. Entre os principais projetos na capital estão o Museu da Gente Sergipana, o Largo da Gente Sergipana e a Orquestra Jovem de Sergipe. “Essas iniciativas são de grande relevância social, cultural e turística. Elas possibilitam ao aracajuano acesso à cultura, contribuem para a educação e promovem inclusão social”, ressaltou.
O Museu, por exemplo, tornou-se parada obrigatória para turistas que visitam a capital sergipana, e também um importante espaço educativo para estudantes da cidade. “Grande parte do público é formada por alunos que aprendem mais sobre a história de Aracaju por meio das exposições e atividades educativas”, explicou o Diretor-superintendente do IB. Além disso, projetos culturais, exposições, eventos e feiras realizados no espaço ajudam a movimentar o setor cultural e turístico da cidade.
Comprometido com o fortalecimento da identidade sergipana, o desenvolvimento da economia criativa, e a valorização dos artistas locais, o Grupo Banese também tem atuação marcante no incentivo às manifestações artísticas e culturais realizadas na cidade. Para tanto, apoia importantes eventos populares, a exemplo do Arraiá do Povo e Vila do Forró, e das Vilas da Páscoa, da Criança, e do Natal Iluminado, promovidos pelo Governo de Sergipe, que acontecem na Orla da Atalaia, em Aracaju, ao longo do ano, e que ajudam a movimentar o turismo, aquecer a economia e gerar mais emprego e renda para os aracajuanos.
Fonte, Secom – Estado.
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