O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou, de 2% para 2,5% ao ano, a previsão de crescimento de médio prazo para a economia brasileira. A estimativa consta do relatório anual do organismo sobre o Brasil, divulgada na quinta-feira (11).

Em maio, o FMI tinha emitido comunicado preliminar informando que elevaria a projeção de médio prazo para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) do país. Na ocasião, técnicos do Fundo visitaram o Brasil entre 15 e 27 de maio para fazer uma avaliação da economia brasileira.

Segundo o relatório, a atividade econômica brasileira tem crescido de forma constante e superado as expectativas. O documento destaca várias medidas como positivas para a economia brasileira no médio prazo. As principais são a reforma tributária sobre o consumo e o plano de transformação ecológica.

O FMI também destaca que a agenda de crescimento sustentável e inclusiva e a tramitação de reformas que favoreçam o ambiente de negócios impulsionam o crescimento econômico. O documento também cita a redução do desmatamento, o avanço na criação da Taxonomia Sustentável Brasileira (padronização de práticas de economia sustentável), a nova estrutura para o mercado de carbono e a emissão do primeiro título verde no mercado internacional.

 

 

Fonte: Agência Brasil

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Alex Melo declara apoio às pré-candidaturas de André Moura e Fábio Mitidieri em encontro que reuniu 19 vereadores de Aracaju

    O vereador Alex Melo (PRD) utilizou a tribuna da Câmara [...]

  • Lula diz que combate ao crime deve respeitar a soberania dos Estados

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira [...]

  • Terça do Arrocha reúne Nadson, Silvano Sales e Heitor Costa no Arraiá do Povo 2026

    Sucesso consagrado entre sergipanos e turistas, a terceira edição da Terça [...]

  • Descubra Aracaju impulsiona empreendedorismo e valoriza atrações culturais da capital

    O Descubra Aracaju encerrou mais uma semana de atividades consolidando-se [...]

  • Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis

    O setor de comércio recuou 1,5% na passagem de março para abril, [...]