O Brasil parece um país que não vive boa sorte com seus últimos líderes políticos. Atravessou anos piores do que os vividos por José, no Egito, com seus 7 anos de fome. Aqui, já se foram 16 malsinados anos de uma bandalheira generalizada que afundou o país na lama.

Depois de Fernando Henrique, uma sequência de presidentes envolvidos em escândalos abalou a República, como aconteceu com Lula (a vítima), Dilma (a injustiçada) e Temer (o esquecido).

A maioria do eleitorado brasileiro volta suas esperanças para um novo nome, desta feita alinhado com o pensamento de uma direita progressista, que visa ao desenvolvimento econômico, mas com um viés conservador para os costumes.

Como se não bastassem as graves necessidades de reformas necessárias para recolocar o país nos trilhos, vêm esses meninos com suas traquinagens assombrar a difícil gestão da nova elite de espada, que já se alinha com a velha conhecida elite de toga, e que precisa alinhar-se com a alvorotada elite política.

Agora, lá vem o Carlos Bolsonaro (Vereador pelo PSC RJ) para se utilizar das onipresentes redes sociais e espetar o ministro Gustavo Bebianno, titular da Secretaria Geral do Planalto. Mas, qual foi a traquinagem de Carlos?

Afirmou que o ministro mentiu ao declarar que conversou alguma vezes com o presidente sobre aquela havida como candidata-laranja do PSL ao governo de Pernambuco, Maria de Lourdes Paixão, que recebera R$400 mil reais do fundo partidário do PSL, um valor superior ao destinado para a campanha do próprio Bolsonaro (o pai). Aliás, ela teve que prestar esclarecimentos à Polícia Federal.

“…vêm esses meninos com suas traquinagens assombrar a difícil gestão da nova elite de espada, que já se alinha com a velha conhecida elite de toga…

A coisa poderia parar por aí, mas Bolsonaro, o pai, que acaba de se restabelecer de uma penosa cirurgia e começa a navegar em mares mais promissores, corroborou as acusações do filho e colocou sob suspeita o seu ministro.

De tudo isso, o que se ressalta é que esse tipo de intriga não deveria escapar do círculo íntimo do staf presidencial, recinto em que tudo pode ser resolvido sem envolver um exército de jornalistas e tanto disse-me-disse. Só que o menino detonou na rede.  

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