
O crescimento contínuo dos custos com saúde e benefícios corporativos tem acendido um alerta em empresas privadas e órgãos públicos em todo o país. Especialistas apontam que, além da inflação médica, a ausência de gestão técnica e de governança nos contratos é um dos principais fatores que pressionam orçamentos e reduzem a eficiência dos serviços oferecidos.
De acordo com Gustavo Andrade, diretor operacional e administrativo do Grupo VSX, muitos contratos ainda são administrados de forma reativa, sem acompanhamento sistemático de indicadores, análise de sinistralidade ou estratégias de prevenção. “Em muitos casos, o aumento de custos não está apenas ligado ao reajuste dos planos, mas à falta de uma gestão estruturada, que permita decisões mais eficientes e sustentáveis”, explica.
No setor público, contratos de grande escala exigem ainda mais rigor técnico e responsabilidade institucional, já que impactos financeiros podem comprometer recursos destinados a outras áreas essenciais. No ambiente corporativo, o reflexo aparece na dificuldade de prever custos, no aumento de afastamentos e na perda de produtividade dos colaboradores.
Segundo o especialista, a adoção de práticas como revisão técnica dos contratos, programas de prevenção em saúde, uso de dados para tomada de decisão e ferramentas como a telemedicina pode contribuir para maior controle de gastos e ampliação do acesso aos serviços. “Benefícios e saúde corporativa precisam ser tratados como estratégia, e não apenas como despesa”, afirma.
Com atuação nacional, o Grupo VSX acompanha esse cenário e defende modelos de gestão que conciliem eficiência, governança e sustentabilidade, atendendo às demandas tanto do setor privado quanto do institucional.
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