Esgotados de tantos entraves nas administrações municipais, os prefeitos estarão reunidos em Brasília para uma grande mobilização. O encontro ocorrerá amanhã e quarta, e terá uma agenda sólida, composta de reuniões com lideranças partidárias, debates sobre as pautas prioritárias, além de outros momentos-chave.

A agenda tem início na manhã de terça-feira, 21 de novembro, com uma sessão solene na Câmara dos Deputados, seguida de reunião entre os municipalistas e as lideranças estaduais. O intuito será apresentar aos parlamentares as reivindicações do movimento, que traz como destaque a necessidade de um aporte financeiro emergencial.

Logo após, o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM) estará reunido com a bancada feminina, seguindo o mesmo propósito. Durante a tarde, está previsto um encontro no Tribunal de Contas da União (TCU), cuja pauta se debruçará sobre a questão das creches escolares e das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Para finalizar os trabalhos, os municipalistas abrirão espaço de diálogo com as bancadas estaduais com intuito de levar até os parlamentares a pauta prioritária.

 Segundo dia

Classe política se mobilizou para debate

A mobilização continua na quarta-feira, 22 de novembro, com ainda mais força. O dia começa com uma reunião no auditório Petrônio Portela, localizado no Senado Federal. O presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), terá um espaço de fala juntamente com outros parlamentares.

O período da manhã pode ser palco também da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 29/2017. A matéria prevê o aumento de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), fonte de sobrevivência para as pequenas cidades.

Ao meio dia, os participantes da mobilização deixam o Senado e percorrem a Esplanada dos Ministérios rumo ao gramado do Congresso Nacional. O ato será o ponto alto da mobilização. Finalizado o percurso, o movimento municipalista se reunirá na sede da CNM para traçar um balanço das atividades realizadas e próximos passos.

A expectativa é que deputados e senadores votem, ao final do dia 22, os vetos ao Encontro de Contas. O pleito faz parte de uma luta histórica da Confederação, que almeja um balanço entre os débitos existentes entre União e Municípios. Ele chegou a ser aceito no Plenário do Congresso Nacional, mas por ter sido vetado pela presidência, volta para nova apreciação dos parlamentares.

Contexto da mobilização

A movimentação na capital federal é uma das ações da campanha Não deixem os Municípios afundarem. Encabeçada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), a iniciativa surge em um momento de prévio ao colapso financeiro das prefeituras, e conta com a parceria das entidades municipalistas estaduais.

Pesquisa Dataform: o mais completo panorama para as próximas eleições

Câmara passará por vistoria após denúncia sobre desabamento

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • Após 22º feminicídio este ano, Kitty Lima reforça importância de mecanismos de prevenção e de acolhimento as vítimas

    A deputada Estadual reeleita, Kitty Lima (PSB), usou a tribuna [...]

  • 7ª edição do Prêmio Olho Vivo será lançada no Babbo, eleito melhor restaurante de Sergipe em 2025

    A organização da 7ª edição do Prêmio Olho Vivo, promovido [...]

  • Contas do governo têm superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro

    As contas do Governo Central - que reúne Tesouro Nacional, Previdência Social [...]

  • Secretária da Fazenda destaca aumento de investimentos em prestação de contas na Alese

    Foi realizada na manhã desta quinta-feira, 29, na Sala de [...]

  • Prefeitura promove roda de conversa sobre prevenção à gravidez na adolescência para alunos da rede municipal

    O Programa Florir possibilita a discussão sobre fertilidade, prevenção à [...]