E a turma que faz parte do cordão de puxar vocês sabem o quê, já, já vai vir de lá pra cá: “aff, isso é perseguição. É muita má vontade. É muito isso, muito aquilo e blá, blá, blá”. Ok, então vamos logo para o antídoto: Edvaldo Nogueira, PCdoB, prefeito de Aracaju, precisa se planejar logo e por isso esta coluna o alerta sobre a proximidade dos festejos de fim de ano. Cumpre-se aqui o papel social da imprensa de alertar gestores públicos sobre a obrigação deles zelarem pelo que é melhor para a coletividade. E depois de não realizar carnaval; da Rua de São João só acontecer em 2017 por conta da Unit; de não fazer o Forró Caju, o que foi uma lástima sem tamanho para o turismo aracajuano; e, finalmente, depois de suspender o desfile cívico de 7 de Setembro da rede municipal de ensino, alegando falta de recursos, neste dia 29 de agosto do ano da graça de 2017, estamos aqui para alertar o prefeito: pelo amor de Deus, cabra, não deixe a cidade ficar sem a decoração natalina, especialmente no centro aracajuano, como forma de incentivar as compras, e não deixe de fazer o réveillon da Orla de Atalaia, como forma de alavancar o turismo na nossa amada capital. Por fim, ouso um pouco e garanto: essa missiva vai subscrita por toda a população aracajuana que deseja, enfim, ver a cidade colocada nos trilhos. Amém!

Parceiro é parceiro – e, fofoca ou não, as notícias que dão conta de uma super aproximação entre o prefeito Edvaldo e o líder de Seo Temer no Congresso, André Moura, PSC, podem ajudar o prefeito a alavancar recursos para as celebrações de fim de ano, né não?

Demasiadamente humano – o problema do governador Jackson Barreto, PMDB, em relação a reforma previdenciária estadual é que ele, até pelo seu jeito e história, não terá pulso pra meter o dedo na ferida das aposentadorias milionárias que existem aos borbotões…

Verso e prosa – bonito de se ver a paixão que os itabaianenses da gema, ou os que adotaram a cidade como sendo sua, devotam à princesinha da serra. Aniversário dela, ontem, 28, explodiu na internet em termos de homenagens.

Sem feira livre – há uma quase certeza de que os lagartenses vão acabar tendo que fazer a feira semanal nas cidades de Riachão, Salgado ou Simão Dias. O Ministério Público não está nem aí para a picuinha política da oposição e vai exigir que o novo mercado seja aberto só após licitação. Se não, nem o mel e nem a cabaça: a atual feira será interditada. Tome nota.

 

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