Um grupo de cientista realizou na última segunda-feira, 13, em Oakland, na California, um teste com um paciente de Síndrome de Hunter, Brian Madeux de 44 anos. Foi injetado no sangue de um paciente com um problema hereditário um gene corretivo e uma ferramenta genética que corta o DNA substituindo o “com defeito” por um novo saúdavel. Segundo os pesquisadores se a nova técnica funcionar pode ajudar a curar doenças genéticas.

“Nós abrimos seu DNA, inserimos um gene e costuramos tudo de volta no lugar. É instantâneo, ele se torna parte do material genético e fica lá pelo resto de sua vida”, explicou ao The Guardian Sandy Macrae, presidente da Sangamo Therapeutics – a empresa privada da Califórnia que está testando a terapia pioneira.

A doença de Brian é extremamente rara atinge o metabolismo da pessoa impede a produção de uma enzima chamada Iduronato-2-sulfatase (I2S). No mundo há menos de 10 mil pessoas com o problema, já que a maioria morre ainda na infância. Os que sobrevivem são vítimas frequentes de infecções nos ouvidos e no trato respiratório, e convivem com problemas cardíacos e má-formações nos ossos e nas juntas.

Clientes do BaneseCard poderão renegociar suas dívidas no Procon

Presidente da ONG de proteção aos animais denuncia policial na Ouvidoria da PM

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos, menor número desde 2016

    Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com [...]

  • Hemose reforça importância da doação de sangue para pacientes com doença falciforme

    Para muitas pessoas, doar sangue é um gesto de solidariedade. [...]

  • Lei Seca completa 18 anos com avanços na preservação de vidas no trânsito

    Fernando Frazão/Agência Brasil Mais do que uma legislação, a iniciativa [...]

  • Patrulha Maria da Penha terá esquema de proteção especial para o Forró Caju nos Mercados Centrais

    Os festejos juninos reúnem milhares de pessoas e, infelizmente, também [...]

  • Fome severa cai mais de 70% entre mulheres, pessoas negras e crianças

    A insegurança alimentar grave caiu mais de 70% entre grupos [...]