Está mais do que claro que uma das pautas da Esquerda e do governo Lula (PT) nas eleições deste ano é tentar construir uma narrativa colocando o Congresso Nacional contra a população brasileira. Não que boa parte dos parlamentares mereça a defesa deste colunista, mas estamos falando de política e de um “jogo” onde não tem inocentes, muito menos a base governista que está enrolada “até o pescoço” com o escândalo bilionário do INSS, por exemplo.

Os números dos levantamentos divulgados até agora sinalizam para uma eleição bastante disputada este ano entre o atual presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL). O pré-candidato da Direita, inclusive, demonstra certa vantagem no cenário de segundo turno. Flávio, inclusive, vem tendo uma aceitação melhor que seu pai em perfis do eleitorado brasileiros como entre as mulheres, os mais jovens e até na região Nordeste, que foi decisivo para a eleição do petista em 2022.

Em uma disputa acirrada como se prevê, qualquer “fato novo” pode ter interferência direta no resultado da eleição. E está claro que boa parte da população brasileira não digeriu bem as investigações do escândalo do Banco Master até agora, sobretudo em relação ao suposto envolvimento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Os magistrados passaram a impressão de que usaram suas prerrogativas em defesas próprias…

Hoje a avaliação é que a postura do STF sobre alguns temas é relacionada, diretamente, ao governo Lula. Algumas medidas estão sendo consideradas abusivas e, na prática, findam gerando uma revolta que só está beneficiando a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, que continua em crescente evolução. Concordando ou não, o Congresso Nacional votou e aprovou o projeto de lei que ficou conhecido como o “PL da Dosimetria”, que reduz as penas dos condenados em 8 de janeiro.

É o que está na Constituição Federal, a “Carta Magna” dos brasileiros! A decisão tomada pelo voto democrático dos congressistas tem que ser respeitada por todos, inclusive pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Mas em um País que parece “de cabeça para baixo”, onde um ministro sozinho parece decidir para atender seus interesses e defender os desejos do governo, e “rasga” a Constituição para simplesmente decidir suspender a aplicação da Lei da Dosimetria.

Por mais que alguns setores da imprensa tentem “passar pano” para o ministro Alexandre de Moraes, a verdade que está posta para a população brasileira como um todo, independente se é de Esquerda ou de Direita, é que o magistrado abusou de suas prerrogativas em mais um ataque ao Estado Democrático de Direito. E se hoje a “militância petista” e “jornalistas avermelhados” aplaudem a decisão, o fato é que amanhã eles podem vir à público para reclamar de outros ministros e de outras decisões.

Alexandre de Moraes suspendeu a aplicação da Lei até que o STF (ARREPARE) julgue as ações (movidas pela Esquerda) questionando a legalidade da Dosimetria, ou seja, de uma forma escancarada e covarde, o ministro que abre ou bloqueia os sigilos das investigações, mediante suas conveniências, agora se presta a fazer mais um “joguete” do governo Lula. E, como o povo está vendo tudo, graças às redes sociais, hoje quem mais ganha com toda essa perseguição política é Flávio Bolsonaro.

É importante que as pessoas entendam o risco desta postura da principal Corte do País que, além de perder em credibilidade, ainda coloca a nossa Constituição Federal, promulgada com tantas lutas, em “xeque”! É absurda esta interferência abusiva do Supremo nas decisões tomadas pelo Congresso Nacional, eleito pelo voto democrático do povo. Quando magistrados se comportam assim, eles levantam desconfiança sobre os demais tribunais do País. E Flávio Bolsonaro, que não é bobo, já enxergou isso…

Por Habacuque Villacorte.

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