Ideias inovadoras, juventude sergipana e muitas soluções para impulsionar o comércio do Centro de Aracaju. Foi assim o primeiro dia do Centrolab Hackathon, evento que integra a programação do Festival SE Mapping e tem como tema a ‘Revitalização do comércio do centro da cidade’, um desafio voltado ao desenvolvimento de soluções inovadoras com foco na revitalização da região central da capital.

Fruto de uma articulação estratégica entre a Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), em parceria com a Secretaria Especial do Planejamento, Orçamento e Inovação (Seplan), a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap), o hackathon reuniu 50 jovens participantes, entre programadores, designers, pesquisadores, servidores públicos e empreendedores, com o objetivo de estimular ideias inovadoras que contribuam para a modernização e o fortalecimento da economia de Aracaju.

Com participação gratuita, o hackathon ocorre durante este final de semana, de forma presencial, na Escola do Legislativo, na Praça Fausto Cardoso. Ao final da maratona, as melhores iniciativas serão premiadas. A equipe vencedora receberá R$ 5 mil em dinheiro. O segundo lugar será contemplado com cinco monitores gamer Samsung 24” FHD, e o terceiro colocado receberá cinco fones de ouvido JBL On-Ear Tune 520BT sem fio.

O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, aposta no potencial criativo dos participantes para resgatar o vigor econômico da região central da capital. “Centrolab Hackathon traz o desafio da revitalização do centro da cidade, com 50 jovens engajados nesses dois dias, discutindo projetos e ideias que tragam de volta a pujança que nós já tivemos nessa região. Com certeza, uma ação inovadora promovida pelas Secretarias de Trabalho e de Planejamento, Funcap e o SergipeTec”, enfatizou.

O secretário Especial de Planejamento, Orçamento e Inovação, Julio Filgueira, destaca que o evento funciona como um laboratório para futuras ações governamentais e parcerias com o setor produtivo. “Nós estamos fazendo isso pautados pela inovação, chamando essa garotada para pensar fora da caixa, para poder apresentar para o Governo do Estado, para a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), para um conjunto de parceiros, quais são as ideias que podem nos inspirar a ter política pública, a ter iniciativa, a ter ação concreta para recuperar, regenerar, do ponto de vista urbano, econômico e social, o centro da nossa cidade”, expressou.

Para a publicitária Ellen dos Santos, o hackathon funciona como uma ponte necessária entre o frescor das novas ideias e as necessidades de quem movimenta o comércio no Centro. “Acho fundamental trazer a juventude para trabalhar nesse tema de revitalizar o Centro. Essa é uma baita oportunidade de repensarmos as dinâmicas da região, ouvir os comerciantes para entender as dores que eles têm, para trazermos de fato soluções reais para os problemas e trabalharmos melhor”, ressaltou.

Segundo o estudante de Engenharia da Computação, Irandi Silva, o desafio tem o nobre objetivo de valorizar a cultura sergipana. “Um desafio bem legal que nos aproximou e nos chamou muita atenção, principalmente pelo fato de ser uma questão cultural. O centro hoje pode ser melhorado, essa valorização cultural, e nós, como jovens, temos esse papel de valorizar nossa cultura, Sergipe, nosso estado como um todo, desde a pequena cidade até a capital. E para nós, está sendo uma experiência enriquecedora participar aqui hoje, e esperamos poder continuar a contribuir de forma efetiva e segura nesse desafio. Bora com a gente?”, convidou.

Já a estudante de Sistemas de Informação, Thalita Rodrigues, contou que o desafio traz benefícios tanto para o crescimento pessoal quanto para o crescimento da cidade. “Eu fico muito feliz de participar dessa iniciativa do Governo do Estado, que traz a inovação para a gente, para o jovem. Não é só vir ao centro, mas ficar no centro. O centro é identidade, é quem eu sou, é quem a cidade é. Definir a minha história, os meus antepassados, e participar disso, na minha geração, é muito importante. A gente contribui tanto com a cidade quanto para nossa identidade, para o nosso senso de pertencimento”, declarou.

Fonte, Secom – Estado.

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