O objetivo da reunião foi pensar na data e local para realização do evento e quais serviços de assistência serão prestados durante o mutirão
O Comitê local do Pop Rua Jud Aju iniciou a organização de mais uma edição do mutirão voltado ao atendimento de pessoas em situação de rua. Nesta quinta-feira (19), representantes de diversos órgãos públicos e entidades da sociedade civil se reuniram na sede da Justiça Federal em Sergipe (JFSE) para alinhar local e data em que o evento será realizado e os serviços que serão disponibilizados à população atendida.
Durante a reunião, ficou definido que a equipe irá fazer uma visita ao Centro Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop) e avaliar a possibilidade estrutural para realização do evento no local. O procurador do Trabalho Adroaldo Bispo participou da reunião e explicou como o MPT-SE irá colaborar com a realização desse mutirão.
“Na edição anterior, contribuímos com a disponibilização da nossa Polícia Institucional. Para esse ano, vamos avaliar a possibilidade estrutural e estratégica de iniciarmos o mapeamento dessa população em vulnerabilidade, de modo que seja possível identificar os grupos de pessoas em situação de rua que já estão em condições de participação em cursos de qualificação profissional e encaminhamento para ocuparem vagas no mercado de trabalho”, disse o procurador.
Nesta edição do Pop Rua Jud Aju, a Justiça Federal está responsável pela coordenação do mutirão. O juiz federal Pedro Sudário destacou a importância da colaboração mútua entre os órgãos públicos realizadores. “A Justiça Federal presta um serviço específico que é a realização de audiência de conciliação em benefícios previdenciários e assistenciais. E, além disso, o papel da JFSE está sendo coordenar a realização do mutirão com todos esses órgãos. O trabalho do Pop Rua só funciona porque é realizado em rede. Por isso, é importante que cada um realize um serviço específico, mas de uma forma coordenada”.
O coordenador do Comitê Local Pop Rua Jud Aju, Thenisson Dória, ressaltou que é fundamental integrar as pessoas em situação de vulnerabilidade nessas discussões para alcançar melhores resultados. “Nós esperamos que esses mutirões tragam resultados positivos para as pessoas em situação de rua. Temos notícias de pessoas que estavam na rua e que hoje já se emanciparam, possuem uma moradia e tem um meio de sobrevivência. Por isso, é importante que eles participem da construção do projeto. Não tem como prestarmos qualquer serviço sem que a Pop Rua opine e participe de tudo que está acontecendo”, afirmou.
Fonte, Ascom – PRT20

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