A cena musical sergipana celebra o lançamento de “Mosaico”, o mais novo álbum da jovem cantora e compositora Araly. Com data de lançamento marcada para 20 de março, este trabalho promete ser um marco na discografia da artista, que já conta com uma trajetória sólida e expressiva. 

Antes de “Mosaico”, Araly presenteou o público com os álbuns “Sensações” (2015) e “Dial – Dentro e Fora do Eixo”, além do EP “Sementes do Tempo”. No ano passado, a artista também lançou o videoclipe da música “24 horas”, que teve destaque no programa “Sons de Sergipe”, da TV Sergipe, consolidando ainda mais sua presença no cenário musical local.

“Mosaico” é uma profunda imersão nos desafios emocionais da vida feminina contemporânea. Araly aborda temas relevantes como relações afetivas desequilibradas, ilusões amorosas, a busca por autonomia, escolhas conscientes e a complexa jornada da reconstrução emocional. 

O trabalho dialoga com debates atuais sobre empoderamento feminino, saúde emocional e a construção de relações mais responsáveis. Segundo a artista, o álbum é um  convite para reconhecer a força que reside em cada mulher. “É um projeto que nasce da necessidade de dar voz a sentimentos e experiências que muitas vezes são silenciados. Espero que minhas canções inspirem reflexão, promovam o diálogo e ajudem a construir um caminho para relações mais justas, empoderadas e saudáveis”, afirmou.

Para aqueles que desejam ser os primeiros a conferir o novo trabalho, o Instagram da artista é @aralymoura e pode ser acessado através do link https://www.instagram.com/aralymoura/.  Através do perfil, a cantora disponibiliza informações sobre os pré-saves para o álbum e outras novidades do lançamento. 

Sobre a artista

Araly descobriu a música aos cinco anos, incentivada pelo pai, também compositor, e compôs sua primeira canção aos seis. A partir dos nove, se apresentou em escolas e no coral da igreja, dando início a sua carreira artística. Ao longo de sua trajétoria, destacam-se participações em projetos como o 1º Festival Estudantil Novo Canto 2000, em Aracaju, com a música “Um Dia a Mais”; o Festival Tons e Sons de Sergipe com “Sensações”; o FLAMP – Festival Lagartense de Música Popular com “Cadê Você?”; o Festival Um Banquinho Uma Canção, com “Fuga”; e o Festival Canta Barra com “Nossa História”. Lançou o álbum autoral Sensações (2015) e integrou projetos como Allegro (2017-2019) e Dial – Dentro e Fora do Eixo (2021) e Sementes do Tempo (2025)

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