O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou, nesta quinta-feira (4), a nomeação de 1.316 candidatos aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), de 2024.

O total abrange as nomeações de 855 auditores-fiscais do trabalho, 182 analistas em tecnologia da informação e 279 analistas de infraestrutura.

As autorizações foram publicadas nesta quinta-feira (4), em duas portarias, no Diário Oficial da União.

A portaria do MGI nº 7.455/2025 autoriza a nomeação de 855 auditores-fiscais do trabalho para o quadro de pessoal do Ministério do Trabalho e Emprego.

A portaria 7.456/2025 autoriza a nomeação de 461 aprovados para cargos diretamente vinculados à modernização do Estado brasileiro, sendo 182 analistas em tecnologia da informação e 279 analistas de infraestrutura.

Direitos dos trabalhadores

Os 855 auditores-fiscais do trabalho vão atuar para garantir o cumprimento da legislação trabalhista, a proteção dos direitos dos trabalhadores e a promoção de condições dignas de trabalho em todo o país.

As inspeções do Ministério do Trabalho e Emprego envolvem ações de combate ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e às irregularidades trabalhistas, além de fortalecer a política de segurança e saúde no trabalho.

Transformação digital do Estado

Lotados no quadro do Ministério da Gestão, os novos 182 analistas em tecnologia da informação e os 279 analistas de infraestrutura reforçam apoio à agenda de transformação digital do Estado com, inovação em serviços e fortalecimento da infraestrutura pública..

Entre as políticas públicas de modernização onde estes analistas vão trabalhar estão a Rede GOV.BR, a digitalização de serviços do governo federal, a segurança cibernética, o planejamento de grandes obras e a integração tecnológica entre União, estados e municípios.

Próximos passos

A próxima etapa é a verificação de documentos e requisitos dos aprovados,o que será feito pelos ministérios envolvidos. O objetivo é garantir a nomeação somente daqueles que cumprirem todas as exigências.

As nomeações dependem da existência de vagas na data da posse e da comprovação de adequação orçamentária e financeira, em conformidade com a Lei Orçamentária Anual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A medida assegura que o reforço no quadro de pessoal seja compatível com a sustentabilidade, ou “saúde fiscal” do Estado – o que significa que o governo federal só pode nomear novos servidores se tiver orçamento para pagar os salários.

Histórico de nomeações

As primeiras nomeações para o chamado Enem dos Concursos foram para o quadro de pessoal da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Agência Nacional de Energia Elétrica e Agência Nacional de Saúde Suplementar, em julho.

Na sequência, em agosto, foi autorizada a nomeação dos aprovados para o cargo de Analista de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Fonte, Agência Brasil.

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