Um dos profissionais que tiveram grande relevância durante a crise sanitária da covid-19 foi o fonoaudiólogo. A especialidade Disfagia foi quem obteve maior destaque. Como a doença atinge, principalmente, a região da cabeça, pescoço e pulmão, muitos pacientes ficaram com sequelas importantes após passarem pela Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) durante e após a intubação. Eles sofreram alterações de laringe (paralisia, granulomas) e também problemas de mastigação e deglutição.

Segundo a fonoaudióloga Neuza Sales, que é especialista em voz e já atuou tanto na esfera pública quanto privada, nas clínicas particulares o atendimento às vítimas da covid-19 foi mais significativo para perda de olfato, alterações de voz e também para a continuidade do atendimento pós UTI. “Muitos pacientes ficaram com sequelas e, após receberem alta hospitalar, deram continuidade aos seus tratamentos nas clínicas”, explica.

Neuza Sales, fonoaudióloga

Neuza lembra que durante a pandemia uma das novidades foi o atendimento online, autorizado pela primeira vez pelo Conselho de Fonoaudiologia. O atendimento híbrido abriu um outro campo de integração entre o fonoaudiólogo e a população. “Foi uma experiência muito rica, tanto que mesmo quando voltamos paro o presencial, nós continuamos o atendimento online, muitos pacientes inclusive preferem essa modalidade porque eles não têm tempo de ir para a clínica porque trabalham o dia todo”, comenta a fonoaudióloga.

A especialista conta que o fonoaudiólogo tem uma atuação integradora, fazendo parte de diversas equipes. Além de cuidar da alteração específica da fonoaudiologia, o profissional também acolhe o indivíduo, fortalece seu autocuidado, sua visão de mundo, sua vontade de seguir em frente para ter uma melhor qualidade de vida e ser novamente inserido na sociedade. “A fonoaudiologia é uma profissão humanizada”, revela.

 

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