De acordo com informações da Referência de Gestão da Rede Materno-Infantil, Helga Muller, a Alta Responsável funciona com o envio pelas nove maternidades para a SES, da lista de bebês que receberam alta das UTIs. A relação vai para a coordenação de Atenção Primária, que a encaminha aos gestores municipais

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Rede Materno-Infantil e da Coordenação de Atenção Primária, retomou a estratégia ‘Alta Responsável’, que envolve os bebês internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal (Utin) e tem como objetivo reduzir a mortalidade infantil e materna. A ação funciona em cadeia, que começa nas maternidades da rede, passando pela SES e chegando às gestões municipais de saúde.

De acordo com informações da Referência de Gestão da Rede Materno-Infantil, Helga Muller, a Alta Responsável funciona com o envio pelas nove maternidades para a SES, da lista de bebês que receberam alta das UTIs. A relação vai para a coordenação de Atenção Primária, que a encaminha aos gestores municipais. “O objetivo da ação é o de sinalizar aos municípios sobre as crianças recém-nascidas que precisam do cuidado imediato nos seus territórios”, explicou Muller.

“Se tenho um recém-nascido de Malhador, por exemplo, eu vou encaminhar as informações dessa criança para a coordenadora de Atenção Básica daquele município para que a Equipe de Saúde da Família (ESF) passe a cuidar dela, já garantindo a sua primeira consulta, bem como da mãe, que está no período do puerpério. Quando emitimos esse sinalizador para os territórios, pensamos na qualidade, na assistência, na garantia do cuidado e, com isso, certamente estamos trabalhando pela redução da mortalidade infantil”, disse a coordenadora da Rede de Atenção Primária, Fernanda Aragão.

Segundo a coordenadora, no ano passado, a parceria entre a Atenção Primária e a Rede Materno-Infantil passou a ter maior aproximação a partir de discussões de processos e indicadores relacionados à saúde da mãe e da criança com a proposta de melhorá-los, através de ações que a SES passaria a executar. E várias aconteceram ou estão sendo realizadas, como as discussões sobre aleitamento materno e os reflexos da atuação dos profissionais da Atenção Básica na maternidade, bem como a qualificação para a Atenção Integrada das Doenças Prevalentes na Infância (Aidpi). “Todo este esforço tem uma finalidade: reduzir a mortalidade materno-infantil”, disse Helga Muller. 

Fonte: Agência Sergipe de Notícias (ASN)

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