
Pré-candidato a deputado federal por Sergipe afirma que, se eleito, destinará integralmente seu salário parlamentar a instituições filantrópicas e fará prestação de contas pública a cada semestre
O apresentador e jornalista Cláudio Luis Cândido, candidato a deputado federal por Sergipe, formalizou uma declaração pública, reconhecida em cartório, na qual assume o compromisso de que, caso seja eleito deputado federal, doará 100% do seu salário parlamentar a instituições filantrópicas e de caridade.
De acordo com o compromisso assumido, quatro instituições serão escolhidas a cada mês para receber as doações. A iniciativa prevê ainda prestação de contas pública semestral, permitindo que a sociedade acompanhe os valores destinados e as instituições beneficiadas.
Para Cláudio Luis, a proposta representa uma decisão pessoal e uma forma de reafirmar sua relação com a população sergipana. “Depois de 36 anos de vida pública no jornalismo, aprendi que a verdadeira missão de quem tem voz e espaço para falar com o povo é servir ao povo. Se eu for eleito deputado federal, quero transformar o meu salário parlamentar em instrumento de ajuda para quem mais precisa.”
Segundo o pré-candidato, a iniciativa não deve ser encarada apenas como uma promessa eleitoral, mas como um compromisso público assumido formalmente perante a sociedade. A escolha das instituições deverá seguir critérios de atuação filantrópica e relevância social, buscando alcançar diferentes áreas e públicos que necessitam de apoio. A proposta também estabelece que a sociedade terá acesso à prestação de contas dos recursos doados, com divulgação periódica dos valores e das instituições beneficiadas.
“MINHA MISSÃO É SERVIR”
Com 36 anos de atuação no jornalismo e na comunicação popular, Cláudio Luis afirma que sua trajetória profissional foi construída ouvindo as demandas da população e dando voz a pessoas que muitas vezes não encontram espaço para reivindicar seus direitos. Agora, ao colocar seu nome à disposição para a Câmara dos Deputados, afirma querer levar essa experiência para a vida pública.
“Eu passei 36 anos ouvindo o povo. Conheço suas dores, suas dificuldades e também seus sonhos. Quero continuar fazendo aquilo que sempre fiz: usar a minha voz para defender quem precisa. Para mim, mandato não pode ser privilégio. Mandato é responsabilidade e serviço.”
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