Ricardo Marques critica falta de geração de empregos em Aracaju e defende liberdade econômica e desburocratização


O vereador Ricardo Marques (Cidadania) participou do Jornal da Rio na manhã desta terça-feira, 28 de setembro, e foi entrevistado pelos jornalistas André Barros e Priscila Andrade na Rio FM. O parlamentar lamentou o a situação econômica que ficou ainda mais delicada durante a pandemia. Atualmente, de acordo com o DIEESE, mais de 203 mil sergipanos estão desempregados.

“Para melhorar essa situação precisamos mudar o ambiente de negócios. Nesse sentido protocolei no primeiro semestre dois projetos de lei, um defendendo a liberdade econômica e o outro sobre o estatuto da desburocratização para facilitar a abertura de novas empresas e manter as existentes que passam por dificuldades. Precisamos avançar na geração de empregos”, defende.

A taxa de desocupação em Sergipe atingiu 20,9% no primeiro trimestre de 2021, com um acréscimo de 2,9 pontos percentuais em comparação ao trimestre anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisados pelo Observatório de Sergipe. O resultado ficou acima dos registrados pelo Brasil (14,7%) e Nordeste (18,6%). Em Aracaju cerca de 150 mil pessoas estão buscando oportunidades de emprego.

“O aracajuano está sofrendo muito, em especial a geração de empregos está muito abaixo do esperado. Sergipe é o estado que menos gerou empregos no último trimestre e Aracaju é a penúltima capital do Nordeste, precisamos tornar nossa cidade mais atraente aos empresários”, alerta.

Os dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED) indicam que em Sergipe apenas 1496 novos postos de trabalho foram gerados no último trimestre e em Aracaju apenas 611 novos empregos gerados.

Durante a entrevista, Ricardo Marques ainda comentou sobre o projeto que deve ser votado nos próximos dias que pretende implantar a bilhetagem eletrônica de forma total no transporte público de Aracaju.

“Não sou contra a bilhetagem eletrônica, mas precisamos aperfeiçoar o sistema e cuidar dos motoristas e cobradores que poderão perder sua única fonte de renda. O projeto precisa ser discutido com todos os agentes envolvidos, ouvindo todos os lados possíveis”, finaliza.

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