CRECI-SE pede vacinação imediata para os corretores de imóveis


Dois fatos importantes, marcaram essa semana, em defesa da necessidade da inclusão  dos corretores de imóveis sergipanos na lista de prioridades para vacinação contra a COVID-19. Lembrando que a categoria foi enquadrada como atividade essencial pelo governo federal.

O primeiro, refere-se à reiteração, pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Sergipe (CRECI-SE), do Ofício, datado de abril deste ano, solicitando ao governo do estado prioridade na vacinação dos corretores de imóveis. Segundo Geraldo Maia, superintendente regional do CRECI-SE, a reiteração, nos mesmos termos do ofício anterior, deve-se ao não pronunciamento, até a presente data, do governador Belivaldo Ghagas ao pleito dos corretores.

O segundo fato, refere-se à aprovação, pelos parlamentares sergipanos, nesta última terça-feira, 1º, da indicação nº 216/2021, de autoria do deputado estadual Luciano Pimentel. A propositura também solicita ao Governo do Estado a inclusão dos corretores de imóveis na lista de grupos prioritários para vacinação contra Covid-19, em Sergipe.

Tanto o ofício CRECI quanto a indicação do parlamentar visam garantir mais segurança para a categoria no exercício de suas atividades, tendo em vista que os profissionais do mercado imobiliário estão frequentemente expostos à contaminação. É grande o número de representantes da classe que contraíram a Covid-19, tendo inclusive registros de óbitos. “É necessário implantar medidas para resguardar a categoria diante do alto risco de contágio entre os profissionais. É por este motivo que se pede especial empenho do Governo de Sergipe para a vacinação dos corretores de imóveis”, afirmou Geraldo Maia.

“O trabalho dos corretores é essencialmente presencial. São profissionais que estão sempre em diálogo com os clientes e precisam realizar visitas aos imóveis que estão disponíveis para aluguel e venda. Apesar de ser fundamental para profissão e de contribuir para o sucesso das negociações, em razão da pandemia esse contato direto com várias pessoas acaba colocando os profissionais em risco”, destacou Geraldo Maia.

 

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