Deputado é barrado na porta do Hospital de Campanha em Aracaju


Ao tentar uma visita de fiscalização, o deputado Dr. Samuel Carvalho é barrado e impedido de entrar

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a ampliação de leitos hospitalares tornou-se essencial. Após protocolar pedido de investigação do Hospital de Campanha de Aracaju ao Ministério Público Federal (MPF), o deputado estadual Dr. Samuel Carvalho (Cidadania 23), esteve no local nesta sexta-feira (5), para pedir esclarecimentos sobre o funcionamento da unidade ao gerente Jorge Freitas, além do gerente, o parlamentar foi recebido pela Guarda Municipal, Defesa Civil e Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA)

Ao chegar no local, o deputado conversou com o gerente Jorge que passou informações sobre como tem funcionado o Hospital de Campanha e que o parlamentar não poderia entrar por causa de uma medida de segurança. Respeitando a determinação, Dr. Samuel continuou a buscar informações do lado de fora da unidade. “É muito importante esse tipo de fiscalização para que possamos ver de perto como tem sido investido os recursos que chegam para combater o coronavírus. Durante a fiscalização, estava acompanhado por um cinegrafista e uma repórter, todos estavam com a máscara de proteção e a face shield. Caso fosse liberado o acesso, somente eu entraria na unidade, e o próprio hospital deveria oferecer o EPI adequado”, explicou.

Ainda durante a visita que não foi avisada por se tratar de uma fiscalização, o deputado foi surpreendido com equipes da Guarda Municipal de Aracaju, Defesa Civil e Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Aracaju com jornalista, cinegrafista e fotografado. “Quero repudiar a atitude da Prefeitura por enviar todas essas equipes só para verificar ou tentar barrar uma fiscalização. Nenhum momento tentei invadir ou fui desrespeitoso com alguém, pelo contrário, assim que cheguei no local, liguei para o gerente vim me receber e buscar informações, afinal, esse é o meu papel como deputado”, esclareceu.

O deputado solicitou informações que não foram passadas pelo gerente da unidade. “Procuramos saber o número de pacientes internados e os protocolos que regulam a entrada, a permanência e a saída de pacientes no hospital. No momento, o gerente não soube responder”, afirmou.

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