PV aposta na pré-candidatura de Reynaldo Nunes ao Senado


“É uma candidatura fruto da soma da minha experiência com apoio da Executiva Nacional do partido”, garante

O presidente estadual do Partido Verde (Reynaldo Nunes) já foi candidato a vereador de Aracaju, deputado, vice-prefeito, prefeito e agora se prepara para enfrentar o novo desafio proposto pelo agrupamento para as eleições deste ano. Nunes anunciou a sua pré-candidatura ao Senado e defende a renovação.

“Minha candidatura ao Senado é consequência do compromisso com o desenvolvimento sustentável para o nosso país que defendi durante minha vida pública. Seja na gestão do Partido Verde, onde sou Secretário Nacional de Finanças e presidente do PV em Sergipe, ou quando ocupei cargos públicos a nível estadual. Em nível nacional, estava como diretor de Articulação do Meio Ambiente, e me descompatibilizei para disputar o cargo de Senador da República em 2018. É uma candidatura fruto da soma da minha experiência e do apoio unânime dos verdes de Sergipe e da Executiva Nacional do PV”, garante Reynaldo Nunes.

Trajetória política
O interesse de Reynaldo pela política começou desde cedo. “Quando estudava Engenharia Civil na UFS, em 1987, fui coordenador geral do DCE, presidente da Associação Atlética Universitária e representante dos estudantes no Conselho Superior Universitário, em ativa participação no movimento estudantil. Com o engajamento de outros estudantes, professores e funcionários da UFS, fundamos o Partido Verde em Sergipe. Já em 1988, nas eleições municipais, lançamos chapa própria para a prefeitura de Aracaju na qual fui candidato a vice-prefeito”, recorda.

Nunes é auditor fiscal concursado da Secretaria de Estado da Fazenda. Ele foi Secretário de Estado do Meio Ambiente. “Obtive recursos para a revitalização do Rio São Francisco, contribuí para o seu reflorestamento em terras sergipanas. Fui responsável pela elaboração de uma política de resíduos sólidos para nosso estado e pelo fortalecimento do Sistema de Licenciamento Ambiental. Exerci o cargo de presidente da ADEMA e diretor de articulação institucional do Ministério do Meio Ambiente, responsável pela articulação com todas as secretarias municipais e estaduais de meio ambiente do Brasil, pelo Cadastro Nacional de ONGs, Comissão Tripartite Nacional e pela agenda ambiental de Mulheres e Jovens”, explica.

Reynaldo Nunes foi um dos fundadores do Partido Verde em 1987. “Participei ativamente de todos os processos eleitorais para fortalecer o projeto do PV em Sergipe e no Brasil, pavimentado como candidato a vereador, deputado estadual e federal , vice-prefeito e prefeito de Aracaju, ou como coordenador financeiro das campanhas presidenciais de Marina Silva e Eduardo Jorge”.

Eleições 2018
O pré-candidato disse que o PV tem trabalhado intensamente na construção partidária. “E tem o diagnóstico claro da profunda decepção da população com as forças tradicionais. Todas as pesquisas indicam que a maioria dos eleitores rejeita os políticos com mandato e querem renovação com qualidade e compromisso ético”.

Para as eleições deste ano, o PV se aliou ao PMN que lançou pré-candidato ao governo. “Desde o início do processo eleitoral, o PV vem buscando construir uma terceira via na política de Sergipe. Temos trabalhado de forma independente e corajosa junto com outras forças de mesmo objetivo. Viabilizamos uma aliança com o PMN, na qual o PV indicou meu nome como pré-candidato ao Senado e o PMN indicou o advogado e empresário Milton Andrade como pré-candidato ao governo. Quanto às vagas de vice e a outra do Senado , deixamos para a ampliação da aliança com outros partidos”.

Cenário Político
Nunes faz uma avaliação do atual cenário político estadual. “Há duas pré-candidaturas consolidadas. Uma da continuidade do governo atual e outra do grupo político que perdeu a última eleição para o governo. O fato novo é a construção de uma terceira via nas eleições de 2018 e o Partido Verde faz parte deste movimento. Acreditamos que, a partir das convenções estaduais o quadro de candidatos e coligações fique claro. Naturalmente, teremos segundo turno em Sergipe”, aposta.

“O governo Belivaldo Chagas é a continuidade do governo anterior. Ele foi vice-governador, secretário da Educação e da Casa Civil, com altos índices de rejeição do governador, em todas as áreas. Por mais que o marketing tente comunicar que existe um governo novo, a verdade é que temos um continuísmo da administração que endividou nosso Estado, não priorizou o funcionalismo público e tem um número excessivo de secretarias e cargos de comissão” critica.

Reynando Nunes defende uma renovação no Senado. “Quanto aos atuais senadores por Sergipe, o eleitor quer atuação forte em Brasília. No entanto, uma senadora não disputará em 2018, outro é candidato ao governo estadual e o terceiro ainda não decidiu se é candidato. Defendo há 30 anos o programa do Partido Verde e encontro-me apto para este desafio. Vejo um quadro de renovação necessária do Senado e caberá ao eleitor avaliar os candidatos melhor preparados para representar Sergipe no Senado”, finaliza.

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