Ministério Público apura se houve superlotação na Odonto Fantasy


A promotora de justiça Euza Missano, da Promotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor do Ministério Público Estadual requisitou relatórios do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e também da Vigilância Sanitária para avaliar as circunstâncias do desabamento do camarote da Odonto Fantasy acidente ocorrido na madrugada do dia 8 deste mês em Aracaju. Missano quer saber se a causa do acidente foi superlotação.

A promotora de justiça pretende analisar se a estrutura do camarote estava compatível com o número de ingressos disponibilizado pelos organizadores da festa. Com os relatórios em mãos, Euza vai apurar se a estrutura do camarote suportaria a quantidade de pessoas que adquiriu os ingressos. “A partir destes relatórios é que vamos analisar se houve alguma irregularidade, se os órgãos adotaram o procedimento padrão para a liberação da festa”, enfatizou a promotora.

Procedimento padrão

O Corpo de Bombeiro já recebeu a requisição do Ministério Público. A capitã Emanuela Cruz, da assessoria de imprensa esclareceu que o Corpo de Bombeiros adotou o procedimento padrão e que a equipe realizou duas vistorias antes de liberar a festa. A primeira vistoria foi realizada na sexta-feira que antecedeu a festa, oportunidade em que a equipe do Corpo de Bombeiros identificou algumas pendências, que foram corrigidas no dia seguinte. As correções, segundo a capitã, foram observadas na segunda vistoria realizada no dia seguinte, no sábado, 7. E a partir destas análises, a festa foi liberada.

A corporação se limita a avaliar a segurança quanto ao combate a incêndios e explosões, não apresentando laudos técnicos. As questões estruturais são de responsabilidade da Defesa Civil, segundo a capitã.

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