Coworking já é realidade e profissionais devem ficar atentos às exigências de mercado


Para Juliano Silveira, a ferramenta de trabalho atua como um escritório tradicional / Vieira Neto

Conheça um pouco desse tipo de atividade e como pode ser viabilizado em sua empresa

Em um mundo cada vez mais globalizado, onde as empresas buscam se adequarem às novas ferramentas de trabalho, fica até difícil acompanhar as constantes inovações do mercado. São tantos os termos que é preciso quase um dicionário especializado em verbetes, como é o caso do Coworking.

Embora a palavra ainda não esteja muito familiarizada, ela há muito tempo já faz parte do cotidiano corporativo de muitas empresas: é o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios. E isso se torna cada vez mais necessário, principalmente devido ao chamado network, onde a rede de informações de dados é importante para a ampliação e expansão de negócios.

Para o microempresário sergipano Juliano Oliveira, essa inovação de mercado, embora seja recente no Estado, já está conseguindo agregar profissionais de diversas áreas em um mesmo espaço. “É um design que cria uma arte para um advogado, cerimonialista atendido por nutricionista, um trabalho de criação com pessoas ao lado, agregando opiniões e isso é importantíssimo”, ressalta Silveira.

DADOS NACIONAIS

De acordo com informações do Censo Coworking Brasil 2017, em março, o país dispunha de 810 espaços conhecidos, sendo que foram registrados aumento de 114% em relação ao ano anterior.

Ainda segundo a pesquisa, esses locais de desenvolvimento de atividades estão por toda parte, sem restrição, como por exemplo, as Capitais, que respondem por 62% dos trabalhos oriundos desse tipo de compartilhamento, bairros comerciais – 56% -, e em regiões com mais de mil habitantes.

NOVOS CAMINHOS

E como toda as ações que envolvem a administração de um local de trabalho e faz parte integrante da busca por públicos que mantenham interesse em determinada atividade, muitos profissionais estão buscando outros horizontes. Foi o que fez o fotógrafo Wagner Tarso.

Para o fotógrafo Wagner Tarso, o conhecimento sobre o coworking chegou através de um convite/ Vieira Neto

Há pouco mais de 1 ano, Wagner trabalhava em um espaço físico destinado a fotografias e há pouco menos de seis meses, está dando expediente em um escritório de coworking na zona sul de Aracaju. E essa mudança surgiu após um conhecimento prévio do que seria esse trabalho. E ele não se arrepende.

 

“Conheci o coworking através de um convite e em seguida comecei a pesquisar sobre o assunto. De posse das informações, comecei a entender sobre a estrutura e o ambiente. Aqui você consegue vários contatos em diversos segmentos”, afirma.

VALORES E POSSIBILIDADES

Para quem ainda não se atualizou, mas mantém uma certa curiosidade em buscar essa ferramenta de trabalho, é preciso estar de posse de algumas informações, como por exemplo valores e se existe algum de tipo de restrição de trabalho.

“No coworking não existe restrição de profissionais que estejam agregados ao trabalho. Isso porque ele tem todos os serviços, como por exemplo escritório tradicional, seja na impressão de papeis de contratos, secretárias e uma série de vantagens. E o melhor, o preço, os serviços mais baratos estão em R$ 160 e a pessoa ainda dispõe de CNPJ”, finaliza Juliano Oliveira.

 

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